segunda-feira, 29 de março de 2010

Liberdade é crescer

Deus falou sobre a natureza da liberdade. Será que a liberdade significa que temos permissão de fazer o que quisermos? Ele falou também sobre o os fatores que limitam a liberdade, como metabolismo, o DNA específico da família, as doenças da alma que nos inibem e amarram, as infuências sociais externas, os hábitos que criaram elos...enfim o que é de fato liberdade, então?

Deus disse que só Ele pode nos libertar. E que isso não pode ser forçado, sabe por que?


Porque liberdade é um processo de crescimento. E só a verdade ira nos libertar.


Novamente coloco aqui alguns trechos do livro A Cabana, de William P.Young. Recomendo leitura!


imagem: http://jornalreticencias.files.wordpress.com/2009/06/liberdade3.jpg

Sem medo nem documento...ela vai!


Sabe a música do Caetano Veloso "Sem lenço sem documento", imortalizada no seriado Anos Rebeldes?! Pois é. Ela vai sem lenço, sem documento. Nada nos bolsos ou na mão, ela só quer seguir vivendo...Ela é a blogueira cubana Yoani Sánchez. Aproveito para recomendar mais um livro: "De Cuba com carinho", escrito por ela. A obra descreve a dura realidade deste país pelas mãos (e textos) de uma nativa. A cubana mostra a dificuldade em viver em Cuba - que até os dias atuais continua a sufocar os seus cidadãos. Para se ter uma ideia, o blog Generación (www.desdecuba.com/generaciony), de Yoani, não pode ser acessado em Cuba. É totalmente proibido!

Outra prova de censura foi em novembro do ano passado, quando a autora achou que não conseguiria mais driblar toda essa tortura psicológica, e foi espancada quase que até a morte. De muletas, sequela da ação violenta, ela pediu a uma amiga que levasse o relato dela em um pen drive até um ponto de acesso à internet para enviá-lo
por e-mail à revista Veja. O relato foi publicado na edição 2139, em 18 de novembro de 2009.

Veja abaixo alguns trechos do livro. A obra é composta pelos textos que ela postou no blog.

Texto "Radioatividade":

"Muitos dos que se aproximam e mim não sabem o que é um blog e jamais navegaram na internet, mas identificam meu rosto com o proibido, que é - indiscutivelmente - muito mais atrativo que o permitido".

"O blog me trouxe inimigos e entusiastas, insônia e paz, a angústia permanente de me sentir vigiada e a tranquilidade de quem não tem nada a esconder".


imagem:
http://www.cubaencuentro.com/var/cubaencuentro.com/storage/images/cuba/noticias/mariela-castro-acusa-a-yoani-sanchez-de-recibir-honorarios-del-exterior-y-la-llama-gallita-e-insignificante-140046/yoani-sanchez/1011986-1-esl-ES/yoani-sanchez.jpg

sexta-feira, 26 de março de 2010

Vampiros emocionais


Devido ao sucesso da série "Crepúsculo", da escritora Stephenie Meyer, nunca se ouviu tanto falar em vampiros. Vários outros livros surgiram após o fenômeno editorial, e as charmosas e fictícias criaturas das trevas estão em alta entre o público jovem. Na vida real, porém, elas sugam energia, em vez de sangue, e estão longe de ter o ar sexy e misterioso de Edward Cullen, interpretado por Robert Pattinson no cinema. Os vampiros “de verdade” assumem diversas formas conhecidas: podem ser aquela colega de trabalho invejosa, o chefe opressor ou a amiga que adora bancar a vítima.

Lidar com elas exige muito mais do que crucifixo, água benta ou alho: requer jogo de cintura, maturidade e paciência. “Os vampiros emocionais solicitam grande demanda emocional, necessitando de diversas formas de atenção daqueles que os cercam. Em geral são pessoas inseguras, que não conseguem atingir um contato satisfatório com elas mesmas. Daí, acabam projetando suas dificuldades em outra pessoa”, explica a psiquiatra Renata Camacho, especialista em saúde mental da mulher.

Existem relações que podem ser extremamente parasitárias – um sinal típico da existência da "vampirização emocional". Isso acontece quando a pessoa se alimenta de você sugando toda a sua energia física e/ou emocional. Quando estamos diante dessas pessoas, nos sentimos exaustos fisicamente, sonolentos, fracos ou agitados. Existem muitas características que podem ser associadas aos vampiros emocionais. Uma delas é o narcisismo, em que a pessoa está voltada apenas para ela mesma, ignorando os sentimentos ou as necessidades do outro.

Tipos básicos

Segundo a psicóloga Sâmia Simurro, vice-presidente de projetos da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), existem três tipos básicos de vampiros emocionais. “O primeiro inclui as pessoas que tendem a se posicionar como vítimas por serem extremamente carentes e ‘sugam’ toda a sua energia emocional”, explica. A pessoa que sempre se faz de vítima manipula a outra e chama sua atenção. É importante estar atento a este tipo de personalidade, que sempre se coloca no papel de coitada e utiliza deste meio para conseguir tudo o que quer. O segundo, para Sâmia, reúne aquelas pessoas altamente críticas e condenatórias, que apontam a todo o momento as falhas alheias. “Elas também tiram o seu brilho e a inibem o tempo todo. Você sempre se sente inadequado diante delas. E, por último, existem aquelas pessoas que têm a necessidade de serem sempre o centro das atenções, criando situações de drama em que você não consegue se posicionar”, explica. Para Sâmia, todos esses comportamentos são originados a partir de experiências negativas. Essas pessoas, em geral, sentem-se vazias e buscam em você reconhecimento, atenção e aprovação para preencher suas vidas.


Egocentrismo

Para a psicóloga Marilda Lipp, presidente do Centro Psicológico do Controle do Estresse, com sede em Campinas (SP), muitas vezes as pessoas “vampirescas” não percebem o efeito negativo de seu comportamento nos outros porque são egocêntricas, voltadas para si mesmas, com pouco interesse verdadeiro no que não lhe diz respeito. “Este egocentrismo pode ser devido a um traço de personalidade, uma disfunção psicológica, ou pode ser algo totalmente temporário que ocorre em momentos de estresse e crise”, explica. “No estresse emocional, a pessoa está sempre voltada para si mesma, pois necessita fazer um esforço grande para preservar sua sobrevivência. O egocentrismo é uma característica da pessoa estressada que, sem energia para nada mais do que se manter funcionando na vida, acaba deprimindo e cansando as pessoas ao seu redor. Mas, deve-se lembrar de que, no caso do estresse excessivo, uma vez que a crise passe, há um retorno ao funcionamento normal”, completa.

Erro alheio

Outro tipo de vampiro comum é aquele que se preocupa mais com a vida alheia do que a própria. “Ele pergunta tudo, quer saber tudo, e depois também critica tudo. Pode-se chamar este sugador de ‘especulador crítico’. O interesse dessas pessoas não é real, buscam apenas informações que possam comprovar o quanto os outros erram ou são incompetentes em uma tentativa de se sentirem melhor quanto aos seus próprios defeitos”, diz Marilda Lipp. A crítica é uma forma de fazer com que o outro se sinta inferior, e sempre que nos sentimos inferiores, sentimos também depressão. Como a palavra diz, “depressão” é o oposto de “ação”. Fica-se depressivo, inativo, apático na depressão porque a energia foi desviada.

Abuso da boa vontade

Há, ainda, quem costuma jogar as cobranças que recebeu nas costas dos outros. Para lidar com gente assim, é necessário estabelecer limites: aprender a dizer não e limitar a interação com essa pessoa, para não permitir que uma relação invasiva possa potencializar os problemas que tem com esse tipo de relacionamento. Em muitas situações, essa pessoa não quer assumir responsabilidades e utiliza a boa vontade dos outros para que realizem o que, na verdade, seria tarefa dela.

Fernanda Junqueira - Colaboração para o UOL




quinta-feira, 25 de março de 2010

Lenda


"Era uma vez uma princesa, a única fiha que restava ao pai idoso. Uma índia adorada pelo pai, o chefe da tribo, que escolheu com carinho um marido para ela: um jovem chefe guerreiro da tribo Clatsop. As duas tribos se juntaram para as comemorações do casamento. Mas, antes do começo da festa, uma doença terrível começou a matar muitos homens.


Os chefes se reuniram para discutir o que poderiam fazer contra a doença devastadora que dizimava rapidamente seus guerreiros. O curandeiro mais velho contou que seu pai, perto de morrer, já bem idoso, havia previsto uma doença terrível que mataria seus homens, uma doença que só poderia ser vencida se a filha de um chefe, pura e inocente, oferecesse de boa vontade a vida pelo seu povo. Para realizar a profecia, ela deveria subir voluntariamente num penhasco acima do grande rio e pular para a morte nas rochas abaixo.


Uma dúzia de jovens, todas filhas de vários chefes, foram levada diante do Conselho. Depois de debates, decidiram que não poderiam pedir um sacrifício tão precioso, sobretudo porque não sabiam se a lenda era verdadeira ou nã0.


E a doença continuou se espalhando entre os homens. O jovem guerreiro, e futuro marido da princesa, caiu doente. A princesa, que o amava muito, soube no fundo co coração que algo precisava ser feito e, depois de lhe dar um beijo na testa, afastou-se.


Demorou a noite toda e todo o dia seguinte para chegar ao local indicado na lenda, um penhasco altíssimo acima do grande rio e das terras mais além. Depois de rezar e se entregar ao Grande Espírito, ela cumpriu a profecia sem hesitar, pulando para a morte nas rochas abaixo.


Nas aldeias, na manhã seguinte, os doentes se levantaram saudáveise fortes. Houve grande júbilo e comemoração, até que o jovem guerreiro descobriu que sua adorada noiva havia sumido".


Adoro essa lenda. A narrativa possui elementos de um verdadeiro conto de redenção, não muito diferente da história de Jesus que conhecemos tão bem. Histórias de amor verdadeiro, de doação, de um pai que amava s seus filhos, que somos nós. Um sacrifício anunciado por um profeta. Por causa do amor, a jovem escolheu dar a própria vida para salvar o noivo e as tribos da morte certa.


Mas daí penso por que a princesa teve que morrer. Ela não teve. Ela escolheu para salvar o seu povo.


É uma lenda...histórias que ensinam alguma lição. Pode não ter acontecido. Outra sim: lendas verdadeiras que aconteceram de fato para nos deixar algum ensinamento.


* Li a lenda acima no livro A Cabana
imagem: http://images.google.com/imgresimgurl=http://www.miguelneta.com/lendas/lendas.jpg&

quarta-feira, 24 de março de 2010

Compro...logo me arrependo


"Eu compro logo...me arrependo". É uma pérola citada pelas jornalistas do 02 Neurônio!


Comprei hoje quatro pares de sapato! Precisava? Não. Mas eram tão lindos...


Mulheres gostam de compras. O que quero dizer é que quando tudo dá errado ou tudo dá certo, queremos saber de compras. É feio. E como! Mas nós, mulheres, particularmente eu, adoram uma liquidação. Consigo encontrar SALE em qualquer cidade do mundo. Acredite se quiser! Mas acho que vou pela intuição, cheiro...sei lá. E consigo cada coisa. E cada coisa liiiiiinda!!!


Feio, feio, feio. Desequilíbrio total. Histeria....aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh! Nem pensamos se estamos desempregadas, ou se a luz da nossa casa será cortada...ou ainda, se vai rolar de encher o tanque do carro.


Daí repetimos para nós mesmas que isso jamais acontecerá de novo até...a próxima promoção de sapatos lindos modelo boneca. Ah, mulheres!


"Comprar, no final das contas, não é nada. É apenas fuga. E, às vezes, fugir, é muito bom."


imagem: http://moda.bicodocorvo.com.br/blog/wp-content/g2/sapato-de-boneca/foto-sapato-boneca-05.jpg

segunda-feira, 22 de março de 2010

Viver para ser amado


A maioria dos pássaros foi criada para voar. Para eles, ficar no solo é uma limitação da capacidade de voar. E, nós, por exemplo, fomos criados para sermos amados. Viver como se não fosse amado é uma limitação. Viver sem ser amado é como cortar as asas de um pássaro e tirar sua capacidade de voar. A dor tem a capacidade de cortar as nossas asas e nos impedir de voar. E se essa situação persistir por muito tempo, muitas pessoas podem esquecer que foram criadas originalmente para voar.


O que escrevi acima foi tirado dos ensinamentos que aprendi ao ler o livro A Cabana, de William P.Young. A história principal gira em torno de uma pessoa que recebeu uma carta de Deus. Se eu fosse você correria para comprar um exemplar. Comecei a ler há dois dias e estou a poucas páginas do final da obra. Separei alguns trechos que postarei aos poucos aqui no blog.


Apenas prestem atenção nas sábias palavras do autor!


imagem: http://3.bp.blogspot.com/C3%A1ssaros.bmp

domingo, 21 de março de 2010

A alegria é o melhor remédio

A alegria é o melhor remédio. Este foi o tema da crônica da global Maria Paula, publicada neste domingo, na Revista do Correio Braziliense.

Não estou muito bem para falar de alegria. De algumas semanas para cá, nunca vi tanta água sair de uma só pessoa, mas por que não tentar? "É melhor ser alegre que ser triste".


A pessoa triste é um perigo. Maria Paula que o diga. E eu também. Ela disse que outro dia saiu de casa chateada e que sentia um turbilhão de coisas ao mesmo tempo. A mente descontrolada e os pensamentos sombrios a atormentavam. Ela dirigia e fumava ao mesmo tempo e, ainda, falava ao telefone. E ensaiava o que devia ter dito na hora da briga. Nooosssa, um perigo ambulante!


Por que isso nos acontece? A primeira coisa que gosto de fazer ao ficar brava é dirigir. É o lugar onde posso chorar sem ninguém perguntar o porquê. É o choro verdadeiro, com entonações, sem entonações, sai do jeito que ele quer vir ao mundo. Choro, choro, choro...


Qual o milagre poderia conter tanta água? A do lado de fora e a de dentro do carro? Música!!! Maria Paula disse que de repente começou a tocar uma música que ela adora e, assim, ela voltou a ser ela mesma. Nunca ligo o som quando estou brava. E deveria...bem que dependendo da música, a pessoa pode se afundar de vez na lama.


Fico triste diante de alguns acontecimentos pois uma das minhas maiores qualidades é a alegria. Sempre fui espontânea e muito positiva. A pressão diária que a vida nos submete não nos faz bem, mas ainda assim, aprendi a relevar.


A vida é um presente. Não quero riqueza nem pobreza. Não quero um príncipe encantado, muito menos um sapo desencantado. Só quero alguém que me faça feliz, humildemente, levar a vida leve e equilibrada..."respirar o amor, aspirando liberdade".


Maria Paula escreveu que só pelo fato de sermos donos de um corpo perfeito e saudável e ter uma mente bem preparada, capaz de solucionar problemas, já é motivo de uma bela risada.


Então, ligue o rádio, dê aquela gargalhada e vá dirigir feliz e contente. Hoje o dia está radiante!


imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7PwQ8VBhuTUbEOV142RedBxNqf3g8JgMbCJVxOle1ElwCTYRPrVd66C-gz4TIcxpNb2KuJsIxHHERhVcdVkkluO1nPDWrHQJ_UDQeldsNoVNKX-o3uEt8ssOG-TR2sKINJnK6mtqVlswJ//