segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sentimento




Uma relação é feita de diferenças. O que importa, no final das contas, é o sentimento e a reciprocidade.

A vida afetiva queira sim ou não é comprometimento. Se pensamos apenas em nós mesmos, tudo fica muito mais difícil.


imagem: desconhecido

Por que não chorar?


"Do not apologize for crying. Without this emotion, we are just only robots" (livro Eat, pray and love)


"Não se desculpe por chorar. Sem esta emoção seríamos apenas robôs"


Chorar faz parte. Não somos robôs. Li isso no livro "Eat, pray and love" (Comer, rezar e amar) - um best seller do New York Times que é um barato. A obra também tem versão em português. Vale a pena ler. Ou vai ficar aí abrindo o bocão? Buááááááá.



sexta-feira, 16 de abril de 2010

Fazendo arte...


Resolvi me exibir hoje. Estou orgulhosa de alguns trabalhos manuais que fiz e, por isso, resolvi, colocá-los aqui no blog. Nas fotos, a única coisa que não produzi foram os chocolates - que diga-se de passagem são deliciosos, mas foram encomendas. Bom, já que estou temporariamente em férias forçadas tenho tempo para pintar, inventar, enfim, fazer arte. Caso queiram presentear alguém basta falar comigo ou enviar um comentário no final da página.


beijoooooooooooooos,

Carol





quarta-feira, 14 de abril de 2010

Um pouco de nostalgia

Adorava a propaganda da Laka quando criança!


A verdade tarda mas não falha


A Revista Veja desta semana (edição 2160) está excelente. Em primeiro lugar, o assunto escolhido para a manchete foi relacionado às chuvas no Rio de Janeiro, ocorridas na última semana. Segundo a publicação, culpar as chuvas é demagogia. "Os mortos do Rio de Janeiro que o Brasil chora foram vítimas da política criminosa de dar barracos em troca de votos". Sensacional!

Para completar, o editorial, intitulado na Revista como Carta ao Leitor, resumiu uma verdade com um 'tapa de luva de pelica': "no Brasil, País livre de tsunamis, vendavais, vulcões e terremotos, a natureza não mata em massa. O que mata é o populismo. As centenas de mortos que o Rio de Janeiro chora não foram vítimas das tempestades recordes que se abateram sobre a cidade. Foram vítimas da irresponsabilidade oficial, da demagogia de gerações de políticos e governantes que abriram caminhos nas encostas instáveis da temerária topografia do Rio de Janeiro e de Niterói para ali instalar seus currais eleitorais". Precisa dizer mais algo?

A Veja publicou também uma excelente entrevista nas páginas Amarelas com James Cameron, o cineasta canadense, criador dos maiores sucessos do cinema, como o Exterminador do Futuro, Aliens, Titanic e, recentemente, Avatar. Cameron disse que uma das imagens recorrentes em Avatar é a dos personagens abrindo os olhos. "Há sempre alguém acordando no filme. A mensagem subliminar é que a sociedade precisa acordar para os problemas ambientais".

Fora de série está a seção Leitor, onde se publica os comentários das pessoas que leram a e Revista na semana passada. Os comentários foram relacionados à manchete sobre o caos nos aeroportos do Brasil e à entrevista - também ótima, diga-se de passagem -, do Aécio Neves, candidato ao Senado Federal e governador de Minas Gerais. Destaco abaixo alguns comentários sensacionais de leitores:

"Parece que meus filhos terão um Brasil melhor... Na semana passada, o promotor Francisco Cembranelli nos fez voltar a acreditar na Justiça Brasileira. Agora, a entrevista com Aécio Neves (Amarelas, 7 de abril) nos deixa convictos de que ainda existem políticos capazes de mudar a mentalidade mesquinha e interesseira dos administradores públicos do nosso País". (Henrique Gondim, Natal , RN).

"Brilhante a entrevista com Aécio Neves. Em três páginas, ele disse muito o que precisávamos ouvir e ler. A memória dos brasileiros precisa ser ativada. Valeu, governador! Seu avó se foi, mas deixou um excelente exemplo de decência, compostura e ética". (Dora Sylvia de Rangel Moreira de Souza Leão, Recife, PE)

A Revista sempre encerra com um artigo de J.R.Guzzo. Mas dessa vez, sob o título "Em modo extremo", o fechamento da última edição foi com chave de ouro.

"Lula não corrige nenhum dos erros que comete, pois acabou convencido de que não erra nunca; além disso, é estimulado o tempo todo a continuar errando". (trecho do artigo)


imagem: http://veja.abril.com.br/140410/sumario.shtml

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Cuidado: antes e depois pode ser perigoso!

A Rede Globo que me perdoe, mas realmente sacanearam a personagem do quadro “Um tapa no visual”, do Programa Mais Você, apresentado pela Ana Maria Braga, nesta segunda-feira. Já que a intenção é um “Antes e Depois” – uma transformação total - é preciso que os “caras” pensem a longo prazo. Como é que a pessoa humilde vai manter o look? No programa de hoje, a iniciativa de proporcionar atendimento médico à personagem foi bacana. A vítima da transformação pelo menos teve sessões com a fonoaudióloga, consulta dermatológica e no otorrinolaringologista e, ainda, ganhou tratamento odontológico. Até aí tudo bem. Perfeito mesmo. A Globo foi o bicho.

Mas na hora da transformação... pelamordedeu!!! O cabeleireiro simplesmente acabou com a mulher. É uma mania de querer cortar logo o cabelo da pessoa, assim de cara. Nem estuda o rosto da pessoa e lá vai tacando a tesoura. Crente que é! O cabelo comprido é muito bonito e é preferência mundial entre os homens. Há mulheres que penam para deixar o cabelo crescer. E de repente tudo se acaba pois o “sabe tudo de cabelos” munido de tesoura acaba com a festa. Pois é. Cortaram o cabelo da coitada. Sabe daquele jeito meio desequilibrado com as pontas da frente maiores? Caracas. Fiquei com raiva. E ainda, por cima, tingiram o cabelo dela de vermelho, assim meio Thundercats (lembra do desenho?). Cabelo vermelho rola em mulheres muito brancas, tipo Nicole Kidman e, em mulheres que têm dinheiro para manter o look.


Já notou que todos os cabeleireiros convidados pelas TVs sempre pintam os cabelos das personagens de vermelho?! Uma criatividade de dar dó! Agora vamos falar dos trajes escolhidos para a mulher vítima da transformação. A consultora de moda caprichou para não falar o contrário. É certo que os coletes voltaram à moda, mas é uma peça meio para garçom ou artista ou ainda meio Carlos Minc, o ministro.Hahahaha! Botaram um colete na personagem. Um colete preto ‘de garçom’ (nada contra, mas é para ser usado por garçom e não no dia-a-dia com calça jeans). Quanta sacanagem! Cada roupa feia. Desvalorizou a pessoa. Calças compridas com cós alto devem ser usadas por mulheres altas, tipo essas ‘modeletes’ e não para tipos normais como eu e a maior parte das mulheres brasileiras.


Não é por nada não, mas a rede globo sacaneou legal hoje . Fiquei brava com o que fizeram. Acho que vou me candidatar a consultora de moda da TV pois as atuais ao invés de darem um banho de loja estão é distribuindo cafonice. Aff!




imagem: http://acaixa.blogs.sapo.pt/arquivo/antes%20e%20depois%20da%20Caixa.JPG

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Arrisque! Não se esconda.


Novamente baterei aqui na mesma tecla sobre o jogo da vida. Pode ser pôquer, canastra, tranca...não importa. É preciso apenas saber aproveitar todas as cartas que temos. E lógico, se agarrar às oportunidades. E isso é muito difícil. Fico muito chateada quando não tenho escolha e descarto uma carta que não queria que saísse da minha mão, pelo menos naquele momento. É um sensação de impotência quando o que mais quero é a onipotência.

Detesto pessoas "aparecidas" demais, exibidas e que falam muito. Mas outras já são tão mosca morta que enchem o saco também. São as vítimas do esquecimento. Essas são pessoas que se queixam que nada dá certo. Se for ver de perto, perceberá que elas querem que tudo caia do céu. Não mexem um dedo. Não fazem nenhuma propaganda de si mesmo. Nãoaproveitam as oportunidades para se promoverem. Aí as coisas não acontecem mesmo.

Como já disse aqui, todos ao nascer recebem as cartas da vida. Uns têm mais sorte e saem com a mão cheia de curingas e canastras limpinhas. Não precisam fazer muito esforço. Outros tem mesmo é que rebolar para conseguir algo. É o meu caso. Mas acredito que não exista auge eterno, sempre. Há altos e baixos. Cabe a nós saber o tempo e quando reagir. Mas é preciso reagir!

Ouse, arrisque...só não vale mentir! Só no pôquer...

imagem: http://1.bp.blogspot.com/_0vAZYkn09Iw/