sábado, 27 de fevereiro de 2010

Ué...


- Keke tákontecendo aki????

Sei não, sei não...Brasília tem dessas coisas.

- Vocês estão fazendo a maior baderna - disse o polícia.

- Um homem acabou de ser levado - disse a dona. E parece que ele é importante.

- Curuz - disse outra dona.

- Vamos lá - disse o polícia.

- Ah não é muito chão até lá. Tem que pegar buzão ou táxi - reclamou a Dona.

- Ô moço, ô polícia, dá uma carona. A mão de vaca aqui não quer pegar buzão. E eu tô doida para ver a baderna de perto - pediu a outra dona.

- Não posso não - respondeu o polícia.

- Não há de quê - resmungou a dona.




quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Janelas, olhos, espelho...

"Os olhos são as janelas da alma...
...e o espelho do mundo". (Leonardo da Vinci)

Abaixo selecionei as melhores fotos de janela de autoria do fotógrafo Hélvio Romero. Cada janela, uma história diferente. Imagine, viaje um pouco, desprenda-se.


Detalhe de prédio na Praça da Sé esquina com a Rua Roberto Simonsen. São Paulo, 08/12/2007. FOTO: HÉLVIO ROMERO/AE

Avenida Rio Branco, Centro. São Paulo, 08/02/2008. FOTO: HÉLVIO ROMERO/AE

Rua Casper Líbero. São Paulo, 23/09/2008. FOTO: HÉLVIO ROMERO/AE

Rua Casper Líbero. São Paulo, 23/09/2008. FOTO: HÉLVIO ROMERO/AE

Região da Rua 25 de Março, Centro. São Paulo, 08/05/2009. FOTO: HÉLVIO ROMERO/AE


Avenida Paulista. São Paulo, 03/06/2008. FOTO: HÉLVIO ROMERO/AE

Pequenas mulheres


Peloamordedeu!!! As mães dos dias atuais piraram o cabeção. Estão "educando" as filhas como adultas e consumistas em potencial. Onde já se viu uma criança de 1 ano e 8 meses trocar a chupeta por três pares de sapato de salto?! Ou outra que tem bolsa Prada (chiquérrima), um armário digno de "gente grande" e cinco '' óculos diferentes para combinar com o vestuário. Minha nossa senhora da pata choca! Criança tem que ser criança.

E não estou viajando na maionese não. Uma prova disso é a reportagem publicada na Revista Veja, desta semana, e uma matéria exibida também no Fantástico. Vários exemplos de garotas "mini mim" (já viram o filme Austin Power?! Clique aqui!) - ou seja, miniaturas das mães "meio maluquinhas" estão na matéria, caso alguém interesse pela leitura.

Segundo a Revista, a criança mais copiada do mundo é a Suri Cruise, a filha do Tom Cruise. Ela é um charme de fofa, além de linda, mas é muito exagerado ver uma criança de 3 anos de salto alto, bolsa e batom. E isso aconteceu de uns tempos para cá pois ela parecia uma boneca vestida com roupas fofas e sem salto alto.



Tudo isso é muito para a minha cabeça careta. Ainda bem que não tenho vocação para mãe. A minha filha me odiaria pois nunca, nunca mesmo, negociaria uma chupeta em troca de sapatos de salto pois CRIANÇA TEM QUE SER CRIANÇA.

E crescer já é muito duro. Não precisamos avançar o sinal e fazer com que nossas crianças crescam antes da hora! Não precisamos formar pequenas mulheres antes delas se tornarem mulheres de fato. É muito estupidez, me perdoem, escrever isso.


imagens: http://kids.fashionbubbles.com/wp-content/uploads/2009/
http://www.abril.com.br/blog/famosos-moda/files/2009/12/suri-cruise-verde-dourado.jpg

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Desabafo!


Há mais ou menos um ano, o jornal Correio Braziliense publicou que o mercado de trabalho de Brasília é pouco generoso com as pessoas que nasceram, cresceram e estudaram na capital. Quando li aquela manchete, tudo que eu pensava se confirmou. Respirei aliviada pois os meus pensamentos não eram injustos. E sim verdadeiros. Passei por isso algumas vezes. E, na última semana, mais uma vez a história se repetiu. Perdi mais uma oportunidade de emprego para uma mulher de outro Estado, desta vez do sul do País. Fiquei injuriada. E ainda estou! Talvez se eu tivesse sido descartada de cara, não estaria com o "bico deste tamanho". Mas, pelo contrário, cumpri todas as etapas da difícil seleção, inclusive a derradeira: a entrevista com o chefe.


Não sou contra à abertura do mercado às pessoas de fora. Mas acho que a valorização ao cidadão brasiliense poderia ser um pouco maior.

Daí me pego pensando novamente, de forma ridícula (me perdõem mas o coração está dilacerdado), ao contrário do que o Vínicius de Moraes escreve, que "as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental", para o jornalismo tal versão estaria totalmente equivocada. Neste caso, um pouquinho de feinha, de grosseira e até uma pitadinha de palavrão no vocabulário, sejam pré-requisitos para o trabalho. Talvez isso prove uma espécie de fortaleza interior que a "bonitinha" não aparenta. A "bonitinha" é sempre a frágil. Ilusão. E acho que tal fator me prejudicou.

Infelizmente a minha cara de "bonitinha frágil" (a feia arrumadinha), já me deixou na mão. E quando a chance era me dada, tinha sempre que provar que sou boa, ágil, capaz. E provei! Mas que saco, até quando precisarei passar por isso?!

Bom, dizem que Deus faz certo, uma correção, por linhas certas. Então, esperarei o poema e a carta de recomendação que Ele está guardando para mim. Digo isso de coração!


imagem: http://d.yimg.com/gg/u/

Quero o Luciano Huck!


Que mané gênio da lâmpada! Não quero três desejos não. Um basta. Quero que o Luciano Huck apareça para mim. Meu carro ainda não é digno de participar do Lata Velha. Tá quase...quase! Nem a minha casa está caindo aos pedaços (quase) para que eu possa ir para Lar Doce Lar. Mas, poxa, que sorte seria encontrar o trevo de quatro folhas, digo, o Luciano em pessoa, planta, espécie...daí eu pediria apenas um emprego na Rede Globo. Caracas, desde criança, soube que o que eu queria era trabalhar na TV. O que custa uma chance? Terei que apelar para o Luciano. Foi mal aê!


Aí quando o Luciano perguntar qual é a trilha sonora da vida... é claro que a resposta será... Roberto!!! O Carlos. "Ééé preeeeeciso saber viveeeeer. Sabeeeer viveeeer. Lálálá". Tem que ser, né?! Não combina pedir ACDC ou Billie Holiday. É Robertão, na certa. Enquanto o Huck não vem...o jeito é "Rebolation, tion, tion, Rebolation, tion, tion".


Recordando uma história de PURA SORTE


No último sábado, o Caldeirão do Huck reprisou um dos episódios do Lata Velha que não foi só emocionate como também PURA SORTE. Baita sorte! A pessoa não precisou enviar carta. Participou por sorte. A Kombi do cidadão, ano 1983, lotada de frutas (ganha pão), enguiçou próximo aos estúdios da Globo. O apresentador viu. E não foi qualquer apresentador. Foi Luciano Huck. Um exemplo de sensibilidade que fatalmente promoveu mudanças na vida de toda a família do vendedor de frutas. Não foi só uma kombi que se transformou com o lata velha e sim cinco corações humildes que viveram um dia de ESPERANÇA. Um dia especial para que outros igualmente cheios de OTIMISMO possam acontecer sempre.


Amém, Luciano Huck. Sempre tem um dia que Deus olha especialmente para nós. E Luciano foi o enviado naquela manhã especialmente para a família do vendedor de frutas. Sempre há esperança! Ufa, ainda bem. Agora, dá licença que eu vou pedir comida chinesa. Vai que a minha sorte está dentro de um daqueles biscoitos?!


imagem: http://www.chinainboxpg.com.br/site/images/biscoito_sorte.jpg

sábado, 20 de fevereiro de 2010

É proibido gritar



Uma conhecida reclamou que o namorado, de vez em quando, grita com ela. Geralmente, quando está nervoso. Nem sempre. Então, segundo ela, o que custa dar um desconto? Custa caro! Não existem motivos para ninguém berrar com o outro. A não ser que seja para alertar de algo real e perigoso, como uma bicicleta prestes a atropelar você.


E mesmo o "de vez em quando" significa que tal pessoa não controla a raiva. E, notadamente, precisa de ajuda para acalmar os nervos. Pessoas que gritam hoje fatalmente irão gritar amanhã. Será que é isso mesmo que ela quer? Imagine tal homem como pai? Não dá.


Acho melhor dar a chance para um homem que saiba cuidar dela.



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Dançou tanto que morreu


Li uma historinha interessantes esses dias. E dizem que é verídica. É sobre uma moça que dançou durante seis dias numa cidade na França, em 1518 e atraiu milhares de seguidores. Morreram de tanto dançar. Foi um carnaval epidêmico. As pessoas morreram de exaustão, ataque cardíaco e derrame.

Para provar que a epidemia da dança não foi lenda, o historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”.


Clique aqui para ler a reportagem!