segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mau humor é positivo. Acredite!

Mau humor pode ser bom para você, diz um estudo australiano que indica que a tristeza torna as pessoas menos crédulas, melhora a capacidade de avaliar os outros e fortalece a memória.

O estudo, de autoria do professor de psicologia Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, mostra que
pessoas com um humor negativo são mais críticas e mais atentas ao ambiente ao redor que pessoas felizes, que correm mais risco de acreditar em qualquer coisa que ouçam.

"Enquanto um humor positivo parece promover a criatividade, flexibilidade, cooperação e a confiança em atalhos mentais, o humor negativo ativa um tipo de pensamento mais cuidadoso e atento ao mundo exterior", escreveu Forgas.

"Nossa pesquisa sugere que a tristeza... promove estratégias de processamento de informações mais adequadas para lidar com situações exigentes".

Para o estudo, Forgas e sua equipe realizaram diversos experimentos que começaram com a indução de bom ou mau humor em voluntários, por meio da apresentação de filmes tristes ou alegres e pela recordação de eventos felizes ou infelizes.

Em uma parte dos experimentos, participantes felizes ou infelizes tiveram de julgar a verdade de lendas urbanas e boatos. Pessoas de mau humor tinham menos chance de acreditar em declarações falsas.

Pessoas mal-humoradas também se mostraram menos propensas a tomar decisões precipitadas com base em preconceito racial ou religioso, e tiveram uma chance menor de errar ao se lembrar de eventos.

O estudo também mostrou que pessoas tristes são mais capazes de defender um argumento por escrito, o que, segundo Forgas, indica que "um humor levemente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto e bem-sucedido".

O trabalho está publicado na edição do bimestre novembro/dezembro da revista científica Australian Science. (Fonte: Estadão Online)

imagem: http://futeboldebotao.files.wordpress.com/2009/07/

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Direito a TPM masculina: endoidecimento controlado!



TPM Masculina ou morte! É o que o escritor Fernando Bonassi defende! Achei bacana o texto dele e resolvi compartilhar aqui no blog algumas partes.

"Se suas mulheres, como a minha, são do tipo que chora com comercial de maionese (...)". Seguem as dicas abaixo:

* Evite divergências. Lave as suas cuecass e pendure-as no varal. Não esqueça o jornal no banheiro. Não respingue xixi fora da privada. E abaixe a tampa ao concluir os serviços. Ah! Não se esqueça de dar a descarga.

* Não importa se ela está há mais de meia hora dirigindo em primeira marcha, na pista da esquerda de uma avenida. Os automóveis são mais resistentes hoje em dia, e você tem seguro.

* Nunca fale bem de nenhuma outra mulher.

* Nunca fale mal de nenhum outro homem , especialmente do pai e irmão dela.

* Deixe o controle remoto da tv na mão dela.

* Se possível, não fale, não se mova e use a mínima quantidade de ar ao respirar no mesmo ambiente que elas.

Antecipe-se. A melhor defesa é o ataque. Sirva chá.

De qualquer forma, o autor defende que o homem deveria ter direito a quatro dias de maluquice em 28 de normalidade, além do tíquete-hotel-TPM, para sairem de casa no período crítico.

"Se elas podem, três ou quatro dias antes dos seus períodos, agirem como verdadeiras malucas, por que também não podemos?!"


Não me contive


Li uma piada numa dessas revistas da companhia áerea TAM e não me contive. Tive que postá-la aqui no blog!

Rodando no Salão

Começou a música e o bebum se animou. Levantou trocando as pernas, dirigiu-se até uma senhora de negro e arriscou:

- A madame me dá o prazer desta dança?

- Não, por três motivos. Primeiro: o senhor está bêbado. Segundo: não se dança o hino nacional. E terceiro: não sou madame coisa nenhuma! Sou o vigário desta paróquia.

imagem: http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/foto-valsa-danca-de-salao-2.jpg

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Desabafo: indústria de produtos e remédios veterinários é gananciosa

Recebi um e-mail com a foto de uma cachorrinha que precisa de um lar em Brasília. Como sou simplesmente fascinada por animais, fiquei arrasada ao ver que a cadela precisa de cuidados. Diante disso, enviei um e-mail ao meu pai e pedi para que eu fosse a mais nova dona daquele animal. Veja o que ele respondeu abaixo. E, sabe o pior? Ele tem toda a razão. A indústria de produtos veterinários quer lucrar e muito em cima de nós. Então para os que lutam pelo bem-estar dos animais - como eu - peço carinhosamente para me ajudar a divulgar tal atitude de ganância. Sei que a palavra é forte, mas é tudo que sinto. Se não fosse isso, poderia adotar vários animais domésticos.

"Carolina,

É notável sua sensibilidade e amor pelos animais, porém, infelizmente não podemos atender o seu pedido.

Atualmente, já está muito difícil cuidar dos que já temos, sobretudo, pelo alto custo da alimentação, remédios entre outros.


Aliás, vocês internautas, poderiam divulgar um apelo para que as indústrias e as pet shops, não sejam tão gananciosas e aproveitadoras da bondade das pessoas, sobretudo daquelas que querem ter um animal doméstico de estimação.

Para justificar o acima exposto, venho fazer as seguintes comparações:

Caso 1: Tratamento de infestação de parasitas internos (vermes gastrointestinais e pulmonares) e externos (carrapatos e moscas): 1 frasco de IVOMEC ou Dectomax (produtos de primeira linha ) de 500 ml, custa R$ 150,00 e trata até 50 animais de 500 kg de peso corpóreo, com atuação por 3 a 4 meses;

Caso 2: Uma dose de frontline para tratar parasitas externos de um cão de 35 kg, custa R$ 51,00, e conforme a bula, recomenda o tratamento mensal.

Ainda não falamos no alto custo dos;
- antibióticos;
- produtos para pelagem ( Pelo e Derme 1500) : R$ 54,00
- Shampo especial (R$ 60,00);
-rações de boa qualidade, apresentam custo por quilograma superior a R$ 12,00, muito alto se comparado ao preço do arroz, da cesta básica.

Antes que esqueça, uma consulta em várias Pets, chega custar R$ 80,00..

Quanto às vacinas, aproveito para fazer uma comparação entre animais domésticos (cães e gatos) e bovinos:

a) Domésticos:
- três vacinas anuais ( raiva - polivalente - pneumonia) ao custo unitário de R$ 35,00 representando R$ 105,00;

b) Bovinos ( duas campanhas anuais para atender rigorosamente ao estabelecido pelas autoridades responsáveis pelo controle sanitário): R$ 9,70;
- Febre aftosa: R$ 1,20;
- raiva; R$ 0,35;
- Polivalente: R$ 0,30 a 1,00;
- Vermifugação: R$ 3,00
- Brucelose ( somente em fêmeas).

Gostaria de deixar claro, que existem alternativas para baixar os custos dos remédios e rações e bons e conscientes profissionais.

Seu pai"


imagem: http://orbita.starmedia.com/gb27513/guaipecao/fotos/caes-1.jpg

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Defenda os animais domésticos dizendo NÃO ao projeto de lei!

Segundo a Lei de Crimes Ambientais, é crime praticar ato de violência contra qualquer animal. Porém, tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 4.548/98) que visa acabar com essa proteção para os animais domésticos.

A intenção do Projeto de Lei é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão “domésticos e domesticados” e, assim, descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.

Essa alteração significaria um enorme retrocesso na história da proteção animal no Brasil, ao tornar ainda mais branda a legislação animal vigente, favorecendo a impunidade.

Os inúmeros casos de maus-tratos que se repetem diariamente no país deixariam de ser crime. O combate às condenáveis rinhas de cães e galos, por exemplo, seria dificultado ao extremo.


Você faria algo bem simples para ajudar os animais domésticos no Brasil?

O momento é delicado, sendo de fundamental importância que todos aqueles que se importam com os animais se manifestem. Lembre-se que a opinião popular é essencial para a aprovação ou rejeição de leis.

A WSPA Brasil elaborou uma carta online a ser enviada aos deputados federais, pedindo que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 4.548/98, que modifica o art.32.

Quem você pensa que é?


A frase é clássica. Você ouve em filmes e novelas e, às vezes, até na vida real. “Quem você pensa que é?”. Daí fiquei pensando, quem eu penso que sou?!

Penso que sou a Carolina Cascão. Tenho 30 anos, por pouco tempo. Em exatos dois meses completo 31. Desses, me arrependo alguns anos, mas não posso voltar atrás. Me formei em jornalismo, mas queria mesmo era ter cursado veterinária. Não sou morena nem clara, sou um arco-íris. Tenho todas as cores. E, alto lá, arco-íris é uma coisa séria. Não dá para pedir para alguém segurar uma ponta enquanto vai verificar a outra. O arco-íris pode se desmanchar, como diz Angela Carmeiro, escritora!

Lembro-me muito bem da minha infância, da primeira bicicleta, da barraca de praia quando íamos a Cabo Frio, de odiar pisar na areia e ficar molhada. Lembro-me que adorava aquelas lojas de fliperamas (era assim que chamávamos) e queria chupar todos os picolés na praia para ver se, ao final, o meu palito estava premiado. Amava – e amo até hoje – a coxinha de galinha (apimentada) do clube pica pau lá em Minas.

Nunca me casei, portanto não sou ex-mulher de ninguém. Um vantagem nos dias de hoje, na minha opinião. Portanto, estou no zero quilômetro em termo de relacionamento eterno. Não tenho filhos também. Aliás, tenho um cão, animado cão. Apesar de achar o mundo muito cruel para se colocar uma criança no mundo, acredito que a espécie deva ser perpetuada. Adoraria ver um bebê bocudo e olhudo, exatamente como eu era.

Nunca sofri nenhum acidente. Nem tive sérios desvios de doença. Sou saudável por dentro e por fora. Digo, a cuca é legal. Apenas com alterações no período de TPM, mas por pouquíssimo tempo.

Pinto. Às vezes, o sete. Não bordo. Mas sei fazer tricô.

Toco piano também. Adoro desenhar. E enfeitar pratos deliciosos de comida. O meu arroz é horrível. É bonito, mas é
sem graça!!! Feijão não sei fazer. Fico apavorada só de pegar numa panela de pressão. Morro de medo! Ainda bem que não sei fazer tudo. Já pensou que sem graça? Ah aquela ali é perfeita. Faz tudo. Acho que ninguém ia querê-la!

Sobrevivi a alguns relacionamentos. Me enganei. Já enganei e fui enganada. Já recebi dois buquês no Dia do Namorados. Já me fizeram serenata na Bahia. E tenho uma caixa de papel recheada de cartas apaixonadas. A adolescência é mesmo uma fase deliciosa.

Comecei a trabalhar relativamente cedo. Não que precisasse. Quando completei 19 anos, consegui um emprego, pela primeira vez, num jornal. Achei o máximo. Mas foi aí que comecei a ver a verdade da profissão e me desapaixonei por ela.

Amo Paris. Mas não sei se amo mais. Descobri que, de verdade, amo é o meu Brasil. Bom, penso que sou brasileira, e nem adianta falar que tenho a “cara” das francesas...já não é mais elogio!



imagem:http://media.photobucket.com/image/

domingo, 1 de novembro de 2009

Você se sente seguro?

Ao parar o carro num estacionamento público, ao andar a pé à noite sozinho ou ao viajar de avião? Você se sente seguro? Sem mentir vai, se sente seguro?! Caso sim, passe a receita, por favor, pois acho que o fim do mundo não será por um surto da natureza e, sim por causa de um enlouquecimento humano.

Na tarde da última sexta-feira, em Brasília (DF), véspera do feriado de Finados, o comandante do vôo 1846 da companhia aérea Gol, teve que arremeter o avião, ao chegar na capital, com 128 pessoas à bordo. Um herói! Nada me convencerá o contrário. Se não fosse tal ato, a aeronave teria se chocado com outra da companhia aérea TAM.

Então, supondo que o avião da TAM estivesse com 150 pessoas, soma-se este número a 128 passageiros da Gol, teríamos 278 novos finados para coroar o feriado de Finados. Já quase não temos mortos para chorar...qual diferença faz? Muita!!! Cadê a responsabilidade e a valorização da vida humana? Podia ser o seu pai ou mãe, ou filho (a), ou noivo (a).

O comandante foi um herói sim. E andam falando mal dele. Um jogando a culpa para o outro. E a culpa, já assumida, e negada pela Aeronáutica (faça-me o favor) foi do controlador de vôo. Isso segundo um jornal local. O próprio presidente da Associação dos Controladores de Voo do DF, revelou que os novos contratados recebem um péssimo treinamento. “Antes, eram 240 horas de aulas para ser controlador, agora são apenas 90 horas. Por isso, ocorrem erros como o de ontem, que foi culpa total do controlador”.

Ultimamente, tenho tido mais medo de controlador de voo que de ladrão. A coisa se inverteu. Mundo esquisito. Como é que se autoriza a aterrisagem de dois aviões ao mesmo tempo na mesma pista?! Faça-me o favor. Será que não têm consciência que não estão carregando batatas? E sim pais e família, filhos de família, crianças, enfim, vidas!

Éramos felizes e não sabíamos. Voar era prazeroso. As pessoas se vestiam elegantemente antes de embarcar. Fazíamos boas refeições e comíamos com talheres de verdade. E o melhor de tudo: sentíamos seguros. Não existiam homens-bombas prestes a explodir em aeronaves. Não éramos revistados. Não existiam barreiras eletrônicas. Havia lugares para sentar nas salas de embarque. E estas eram tão silenciosas quanto uma capela.

Acabou o voar com prazer! Agora a única coisa que nos resta é fazer o sinal da cruz...e seja o que Deus quiser!

E, ainda temos que ler títulos irônicos nos jornais: “Susto na aterrisagem”. Susto? Pânico! Ver a vida em contagem regressiva rumo a morte é aterrorizante. Algo tem que ser feito.



Saudade de um tempo que não vivi



imagem: http://fotocache02.stormap.sapo.pt/fotostore02/