terça-feira, 31 de julho de 2012

E ainda reclamam do sinal!



Um luxo as duas beldades fazendo ligação de um telefone móvel em 1922. E hoje em dia, as pessoas reclamam do sinal das operadoras. É cada uma! Mania de insatisfação que o ser humano tem.

Wando não morreu. Vamos valorizar a nossa calcinha!


Sabe-se que Elvis não morreu. E que John Lennon foi visto outro dia tomando sol em Santa Teresa, em pleno Rio de Janeiro. Agora, essa do Wando, para mim é nova. Só sei que no domingo, ele enviou uma mensagem para o meu celular. E a prova está aí. Pode ver, pode ler, é real!

Na real? Vamos combinar que existe muito Wando por aí. Ele está no bar, na festa, no restaurante e no seu trabalho. Mas o que me admira é o poder da calcinha. Calcinha é calcinha. Ou no dito popular infantil, clamado por todas nós garotas, no parquinho da escola, “calcinha é pano, besta quem tá olhando”. Ou como disse a Mônica ao Cascão e Cebolinha que eles eram uns bobocas e só tinham visto o trailler do filme. Rá rá rá.

Gente não é bem por aí, que me perdoem as garotas e a Mônica. Tudo bem que no caso delas foi um acidente, eu sei. Mas, na vida real? Calcinha, para mim, é coisa séria. Não dá para sair por aí mostrando não. E isso ultimamente tem sido muito comum. A diferença é que antes eu ficava muito incomodada, agora não, acostumei. Mas desde que pare por aí. Por favor, garotas, só a calcinha, se for para mostrar alguma coisa na rua que não passe disso. É muito feio!

Vamos valorizar as nossas calcinhas coloridas, brancas, de rendinhas, de lacinhos, xadrez, de bolinhas, listradinhas! Vamos reconhecer os nossos méritos...

NOTA DA CAROL: Recebi a mensagem acima no último domingo. E nem precisa dizer que o remetente errou o destinatário, né?! Mas que falta de sorte. Veio justamente para o celular de quem? Logo no meu, para a pior pessoa, que registra tudo e não deixa passar nada. Peguei no pé do cara, lógico. Não podia perder a piada.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Aprecie a imagem por 10 segundos!

Sei que vão perguntar o que fumei no final de semana ou se bebi champagne estragada, mas não resisti e publiquei a foto abaixo. O fato é que fiquei rindo sozinha! E se isso deu certo comigo, pode sim arrancar a risada de alguém. Sejamos felizes, ao menos, de vez em quando!

O que faz você se sentir desse jeito?




Em primeiro lugar, solta o som! É uma obrigação, nesse exato momento, ouvir “My Girl”, dos Temptations. Daí tudo fará sentido.

Então vamos lá! O moço da música tem o brilho do sol mesmo quando o dia está nublado. E quando está frio lá fora é como se fosse primavera para ele. Sabe por quê? Porque na vida dele existe uma garota, a “my girl”, a “my girl” é dele e por isso ele se sente de tal forma. Nada o atrapalha e quando ele fala nela (ou pensa) tudo é mais bonito! Ele tem todas as riquezas que um homem pode desejar por que existe a “my girl” no mundo.

Por que muito se relaciona o amor à natureza? Principalmente às estações? Tudo que tem amor tem primavera, verão, inverno e outono. Supimpa isso! Comecei a prestar atenção nas músicas de amor e isso se tornou mais real.

Acho que todo moço legal deveria encontrar uma “my girl”. E ser uma “my girl” não é tarefa para qualquer uma. Ela tem que ter um “quê” que chove ou que brilha, que faz calor ou frio, um “quê” que chora e ri, um “quê” que precisará do moço quando estiver gelado e ela precisar se esquentar, um “quê” da sombra dele quando estiver muito sol.

Um “quê” de alguém que encontra um “quê” de outro alguém e chega sob a sua janela e grita “ you´re my sunshine, my only sunshine”!!! Então para terminar, um clássico country de Johnny Cash, mas na versão reggae do Papa Winnie (que é a que mais gosto), “You are my sunshine”.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Um gato chamado Eros


Por Kênia Álvares (minha grande amiga)

Um ciclista saiu para pedalar pela cidade de Brasília, e ao encontrar-se na Esplanada dos Ministérios, deparou-se com um grande tumulto no trânsito: vários carros circulavam em zigue-zague, desviando-se de um gatinho. Uma senhora, motorista, aflita com o possível final trágico do gato, gritou ao ciclista:

_Salve o gaaaaaato!!!!

O ciclista desceu de sua bike, e foi ao socorro do pequeno filhote. Após retirar o gatinho da rua, levou-o até a senhora, que desculpou-se por não poder ficar com o gato:

- Estou indo para o trabalho. Não poderei ficar com ele.

O ciclista não teve opção: se deixasse o gatinho ali, ele não teria nenhuma chance de sobrevivência. Botou-lhe no ombro, e seguiu pedalando pelas ruas de Brasília.

Esta é uma história com final feliz, e eu mesma posso dar testemunho da grande ALEGRIA que é ter um GATO.

O Eros - meu gato - é o personagem principal desta história, e ele continua aqui alegrando a casa. Bendito dia em que o meu irmão resolveu pedalar pela Esplanada dos Ministérios! Bendito dia em que aquele gatinho decidiu atravessar a grande via! Os gatos são seres ESPECIAIS. Curiosos, eles percebem tudo à volta.São seres com alma de criança - brincalhões e dorminhocos. Eles precisam de tão pouco: comida e uma caixa de areia.

Se você puder, experimente ter um gato. Há muitos BOBs e EROS pela cidade de Brasília. Se você se deparar com algum, não resista: leve-o para casa. Mas se você não puder, continue gritando: salve o gaaaaaaaaaato!!!!!!!

Há alguns lugares que recebem estes bichinhos. Lá eles recebem todo o cuidado, e seguem para doação.

Sim, há milhares de gatos por aí, eles poderão ser grandes AMIGOS.

DIVULGUE.

Obrigada,
Kênia Álvares

Sites de ajuda aos animais:
pt-br.facebook.com/AdoteGatinho 
 


Há razões para acreditar num mundo melhor!

Quem me conhece sabe que sou fã de carteirinha das propagandas da Coca-Cola. Vira e mexe, cá eu aqui, me emocionando com a lição de moral, de amor ao próximo e respeito ao ser humano que a Coca-Cola faz questão de colocar. Como uma coisa puxa a outra, postei abaixo um vídeo sobre uma campanha que prega a honestidade e depois uma reportagem publicada pela Reader´s Digest sobre o mesmo assunto.


Nós somos honestos?
O que encontramos ao "perdermos" 960 celulares ao redor do mundo
Por Simon Hemelryk
Depois do almoço, enquanto caminhava de volta para o trabalho por uma rua arborizada nos arredores da Av. Paulista, em São Paulo, Denis Martins passa por um celular abandonado. O telefone está tocando. O técnico de informática de 26 anos pára e atende. "É, você deixou o aparelho em cima de uma mureta", diz à mulher no outro lado da linha. "Onde você está?"

Agradecida, a dona lhe diz estar a três quadras dali. Pouco depois, Denis a encontra e lhe entrega o celular.

Em outra parte do mundo, numa praça do agitado Soho, no centro de Londres, outro celular foi largado próximo a uma estátua do rei Carlos II. Ali perto, um homem de casaco preto, 20 e poucos anos, dá migalhas de pão aos pombos. Ele espera passar um grupo de turistas e pega o celular. Olhando para os lados, desaparece apressado na movimentada Oxford Street. Não liga para nenhum dos números armazenados no aparelho, e o dono nunca mais vê o celular.

Na capital húngara, Budapeste, Ildikó Juhász, pensionista, de aparência jovem, encontra outro celular tocando, dessa vez num shopping. Pega o aparelho, fala com a mulher que o perdeu e espera num banco até que ela venha buscá-lo. “Eu devolvo tudo o que acho”, diz Ildikó. "Certa vez, encontrei uma carteira de identidade e passei uma semana procurando o dono."

Em cada um desses casos, quem "esqueceu" o telefone não era uma pessoa comum descuidada, mas um pesquisador do Reader’s Digest que realizava uma experiência. Em julho de 2006, fomos manchete no mundo inteiro ao avaliarmos a gentileza das pessoas (Afinal, o brasileiro é bonzinho?). Este ano, decidimos testar a honestidade mundial, enviando repórteres às cidades mais populosas de 32 países, para que "abandonassem" ao todo 960 celulares, de preço médio, em locais públicos movimentados.

Nós ficávamos observando o celular a distância, ligávamos para ele e esperávamos para ver se alguém atenderia e o devolveria, se ligaria mais tarde para os números que havíamos gravado no aparelho, ou se ficaria com o telefone. Afinal, eram celulares tentadores, novinhos em folha, com cartões SIM que permitiriam às pessoas usá-los, caso decidissem ficar com eles.

Depois, classificamos a honestidade de cada lugar pesquisado, de acordo com a quantidade de telefones devolvidos. Não foi um estudo científico, mas um retrato do comportamento de pessoas comuns quando inusitadamente confrontadas com uma possibilidade de escolha: tento devolver o telefone ou fico com ele para mim? O que descobrimos foi surpreendente.

A Eslovênia pode ser um país jovem – ficou independente da Iugoslávia em 1991 e só em 2004 entrou para a União Européia –, mas as pessoas da capital, Liubliana, têm uma noção bem tradicional de cidadania. Digna de cartão-postal, essa cidadezinha localizada nos contrafortes dos Alpes era de longe a menor da pesquisa, com apenas 267 mil habitantes. Talvez por isso tenha terminado em primeiro lugar na disputa de honestidade. Da freira no ponto de ônibus ao jovem garçom na cafeteria – que também devolveu a jaqueta de couro que nosso repórter acidentalmente esqueceu –, as pessoas foram quase todas exemplares, com apenas um dos nossos 30 telefones não devolvido.

Será que os cidadãos de uma cidade muito maior, com todo o estresse e a correria, conseguiriam ser honestos assim? As pessoas de Toronto (com 5,4 milhões de habitantes), no Canadá, chegaram perto, devolvendo 28 dos 30 telefones que perdemos lá. "Se podemos ajudar o próximo, por que não?", perguntou o corretor de seguros Ryan Demchuk, 29 anos, que devolveu o celular encontrado próximo a uma agência bancária, numa estação de metrô. "A integridade nesta cidade é incrível. Eu perdi a carteira, e me devolveram. E já devolvi duas carteiras em uma semana."

Seul, na Coréia do Sul, ficou em terceiro lugar no nosso ranking, seguida de Estocolmo, na Suécia, onde, para as pessoas com quem conversamos, fazer o certo era parte da vida cotidiana. A inspetora de passagens de trem Lotta Mossige-Norheim encontrou o celular numa rua e o devolveu: "Estou sempre ligando para pessoas que deixaram aparelhos no trem", disse.

Algumas pessoas ficaram surpresas, quando, no ano passado, Nova York terminou entre os primeiros na nossa classificação global de boas maneiras, mas os nova-iorquinos provaram que não se tratava de um episódio isolado. Nova York ficou em quinto lugar este ano, empatando com Mumbai, na Índia, e Manila, nas Filipinas. Em cada uma, 24 dos 30 telefones foram devolvidos.

Antes de pegar o celular e falar conosco, o técnico Derrick Wolf, 25 anos, cutucou com o pé o aparelho que havíamos deixado próximo a um chafariz no Central Park, em Nova York. "Achei que podia ser uma bomba", explicou. "O medo pode impedir alguns nova-iorquinos de pegar um celular estranho, mas a maioria é bem honesta."

Em Mumbai, os habitantes foram tão ávidos em demonstrar integridade que, quando um homem pegou o telefone que deixamos num armazém e informou ao proprietário do estabelecimento, Manoj Patil, que ficaria com o aparelho, este mobilizou um grupo de amigos para buscar o sujeito numa loja de roupas ali perto, onde ele era vendedor, e levá-lo de volta ao armazém para enfrentar as conseqüências do seu ato. "Eu ia devolver o telefone", disse o homem, tentando convencer nosso repórter, enquanto um grupo de pessoas encolerizadas o repreendia por seu comportamento.

"Então por que o desligou?", perguntou o repórter. O homem soltou uma risada constrangida e fugiu.

Empatadas em último lugar ficaram a capital da Malásia, Kuala Lumpur, e Hong Kong, com apenas 13 de nossos 30 celulares devolvidos.
No shopping Times Square, em Causeway Bay, Hong Kong, um segurança pegou o telefone, perguntou a um grupo de pessoas que fumavam se pertencia a algum deles e, em seguida, o enrolou num papel. Quando nosso repórter o abordou, o homem disse: “Que telefone? Não vi telefone algum. Se você perdeu alguma coisa, vá à central de Achados e Perdidos.” Enquanto falava, apertava o celular na mão.

De fato, parece que nem sempre podemos confiar nos homens fardados, pois este foi apenas um dos seis seguranças de shoppings, em diferentes partes do mundo – de Buenos Aires a Sydney –, que nossos repórteres viram embolsando aparelhos. Mas o fato de todos os policiais que encontramos terem agido com honestidade (inclusive em São Paulo, onde não se confirmou a idéia de corrupção generalizada dos policiais brasileiros) nos tranqüiliza.

Em Bucareste, Romênia – empatada em último lugar com Amsterdã no ranking europeu, com 16 telefones não devolvidos –, um homem de seus 30 anos, vestindo casaco azul, mostrou-se particularmente ávido em ficar com o celular que deixamos num carrinho de supermercado. Desligou o aparelho enquanto nosso repórter tentava ligar, correu para o carro, pisou fundo no acelerador e saiu do estacionamento cantando pneu. Na verdade, parece haver necessidade de uma força maior para incentivar a honestidade na capital romena. A Sra. Stanciu Vica, de 68 anos, foi uma das várias pessoas que mencionaram a religião ao explicar por que nos ajudaram. "Como eu poderia ficar com algo que não era meu?", perguntou. "Deus me transformaria em pedra!"

Riqueza não foi garantia de honestidade. Na próspera Nova Zelândia, uma mulher bem-vestida, de seus 50 anos, pegou o celular "perdido" numa prateleira da loja de departamentos Smith and Caughey’s, na sofisticada Auckland, desceu a rua às pressas e jamais tentou contatar nosso repórter. No entanto, uma jovem, que parecia quase miserável e trazia três filhos a reboque, devolveu o aparelho que encontrou no Parque Ibirapuera, em São Paulo. "Posso não ser rica", ela disse, "mas meus filhos vão saber o valor da honestidade."

Em muitos países, as pessoas pensavam que os jovens se comportariam pior do que os mais velhos. Mas descobrimos que jovens são tão honestos quanto os idosos. No centro de alimentação da Plaza Universidad, na Cidade do México, um casal grisalho, por volta dos 70 anos, passou pelo celular, e em seguida o homem voltou para pegá-lo. O casal ignorou a ligação do repórter e fugiu o mais rápido possível por uma escada rolante.

Mas no Harlem, em Nova York, um jovem pegou o telefone no chão e combinou de encontrar nosso repórter numa esquina aquela noite. Johnnie Sparrow, 16 anos, estava acompanhado de um grupo de meninos negros mais novos, que claramente o respeitavam. Quando o repórter lhes contou sobre o teste secreto que havíamos realizado com seu líder, Johnnie orgulhosamente lhes disse: "Eu fiz o certo."

As mulheres se mostraram ligeiramente mais propensas a devolver o celular do que os homens. "As mulheres costumam buscar oportunidades de melhorar as relações, e a boa ação é uma maneira de fazer isso", observa Terrence Shulman, advogado e fundador do Centro Shulman para Tratamento de Roubo e Gastos Compulsivos (Shulman Centre for Compulsive Theft and Spending), em Franklin, Michigan. "Elas também são menos propensas a ter inclinação criminosa."

No mundo todo, a razão mais comum que as pessoas nos deram para devolver o telefone foi que elas também haviam perdido algum objeto de valor e não queriam que outros passassem pelo que tinham passado. "Já me roubaram o carro três vezes, e até levaram minha roupa limpa da lavanderia do prédio", disse Kristiina Laakso, 51 anos, que nos ajudou em Helsinque.

O agente imobiliário Lewis Lim devolveu nosso celular "esquecido" no distrito financeiro de Cingapura, em vez de deixá-lo sob risco de ser encontrado por alguém menos escrupuloso. “Quando perdi um celular, recebi uma mensagem da pessoa que o encontrou dizendo que eu teria de pagar 200 dólares para recebê-lo de volta. Agora nem ouso usar aparelhos caros.”

Outros cidadãos conscienciosos sabiam da importância que o telefone pode ter, independentemente do preço, por causa das informações pessoais que ele contém. Yann, mensageiro que encontrou o celular perto do Banco HSBC, em Paris, explicou: "Certa vez, achei um celular lindo que era de uma autoridade da embaixada egípcia. Estava cheio de números de pessoas importantes, e claro que devolvi."

A influência dos pais teve peso para alguns. "Meus pais me ensinaram que, se algo não é meu, não devo pegá-lo", disse Muhammad Faizal Bin Hassan, empregado de um complexo comercial de Cingapura, onde atendeu à nossa ligação.

Ao verem o telefone, muitos adultos acompanhados de crianças ficavam ansiosos para mostrar aos mais jovens como se comportar. Em São Paulo, Claudir Roberto de Miranda, 39 anos, estava com os dois filhos quando atendeu à nossa chamada e confirmou ter encontrado o celular em cima de uma estátua, no Parque Ibirapuera. "Fico feliz que meus filhos estejam aqui para ver isso. Espero que lhes sirva de bom exemplo", comentou.

Nem todos, porém, estavam tão preocupados em causar uma boa impressão aos filhos. Em Amsterdã, um menino holandês de seus 10 anos implorou aos pais que o deixassem ficar com o celular encontrado na Kalverstraat. Eles pareceram hesitar, mas, depois que o menino deu um beijo no rosto da mãe e abriu um sorriso, os dois cederam.

Mas como podemos avaliar o planeta Terra no nosso teste de honestidade?

Em todos os lugares aonde fomos, os repórteres ouviram muito pessimismo sobre as chances de recuperarmos os telefones. "A desonestidade tomou conta da Alemanha", reclamou Doreen, vendedora de Berlim. Muitos tailandeses que entrevistamos em Bangcoc achavam que teríamos sorte se revíssemos metade dos telefones. Os repórteres de Milão estavam certos de que os italianos seriam "embusteiros demais" para devolver os aparelhos. Os moradores da Cidade do México disseram que a má economia levaria as pessoas a agir com egoísmo. E, no entanto: dos 30 celulares, 21 foram devolvidos em Berlim e Bangcoc; e 20 em Milão e na Cidade do México.

No total, 654 celulares – animadores 67% – foram devolvidos. "Apesar do que nos diz a mídia, o crime não é a regra", afirma Paul Ekman, psicólogo da Universidade da Califórnia, autor de Emotions revealed (Emoções reveladas) e especialista em detecção de mentira. "As pessoas querem confiar e ser dignas de confiança."

Ferenc Kozma concordaria. Este húngaro de 52 anos, que antigamente trabalhava como mestre-de-obras, é sem-teto há seis anos, mas jamais lhe ocorreu ficar com o telefone que encontrou numa estação de trem, em Budapeste. Ele o entregou a um vendedor de jornais. “Podemos achar e perder objetos”, disse. “Mas nunca perdemos a honestidade.”

O mal-agradecido

Trabalhávamos em dupla. Eu "perdia" os celulares e a editora Liane Mufarrej fazia as ligações e "negociava" com os que tentavam nos devolver os aparelhos. Otimista e tarimbado pela pesquisa de honestidade de Seleções há dez anos, quando "perdemos" carteiras com dinheiro em dez cidades do país, achei que em uma manhã cumpriria a meta de perder dez celulares na região da Av. Paulista, em São Paulo. Mas a manhã chegava ao fim, e eu ainda carregava quatro celulares comigo. Sentei-me no banco de um ponto de ônibus movimentado e aguardei. Um ônibus parou. As pessoas ao meu lado se levantaram e eu, após olhar em volta furtivamente, deixei escapulir do bolso um dos celulares e saí. Quando já comemorava a "desova", ouço uma mulher gritando: "Você esqueceu o celular!" Para a pesquisa, esse não valeu. Fui buscar o aparelho disfarçando a expressão de contrariedade. A mulher, que fazia a boa ação do dia, ficou surpresa com a minha reação fria. Ainda ouvi um resmungo de "mal-agradecido", enquanto ela se afastava. Bem, eis meu pedido de desculpas.


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Somatizar é não se libertar!

Recebi por e-mail e achei sensato publicar no blog. O fato é que viver é difícil. As doenças são uma respostas às nossas dificuldades, limitações. Às vezes que não está ao nosso alcance vira uma bola de neve e nos destroi. A somatização é perigosa! Não dá para ser legal o tempo todo, é preciso falar, colocar para fora o que se está preso. Difícil, meu caro, tarefa árdua. Se não consegue "gritar", expor o que precisa ser dito...então faça como eu: vá chorar embaixo do chuveiro. Isso pode ajudar! E leia com atenção o texto abaixo.



A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.

O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.

E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?

A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.

O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamado Paciência.

Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS.

O homem que fugiu no frio com um sorvete na mão


A notícia é velha, de janeiro de 2011 e não sei por que só agora quis publicar. Mas a história é real e virou um hit na internet: o homem que fugiu da tempestade de neve com um sorvete de pistache na mão. Dã! A foto foi publicada na capa do Washington Post, acredite se quiser! E o cara virou  celebridade por um dia.

Mas por quê? Por que ele tinha tanta pressa? Era para o sorvete não derreter? Por que ele saiu sem vestir o casaco e no meio da nevasca só para comprar um sorvete? Sei lá, sei lá. 
 
O jornal foi atrás do cara, um advogado chamado Zach Burroughs, que apenas resolveu saborear um sorvete de pistache em uma tarde de frio. E sabe o que ele revelou? “Eu nem gosto de sorvete tanto assim”.

Imagine se gostasse?!


fonte: http://www.brainstorm9.com.br/social-media/o-homem-que-fugiu-da-tempestade-de-neve-com-um-sorvete-de-pistache/



Amar é ter jogo de cintura


Uma vez li num livro (pra variar!) que depois de um tempo de namoro ou casamento (lê-se aqui: após um longo período de intimidade), o cara precisa, de vez em quando, de se esconder na caverna. E que nesse período, a mulher deveria sair para fazer compras. A minha ideia é muito melhor: saia com os amigos, saia de casa!

Então se o seu homem está roncando na caverna é o momento certo de você recuperar a vitalidade em outro lugar! Duvido que esse sono durará muito tempo. Afinal, você é uma mulher desejável neste mundo. Seja aventureira. Faça as substâncias químicas dançarem.

“Embora os maridos e amigos talvez percam a concentração em nós e fiquem cada vez mais míopes, outros homens oferecem seu olhar”. (Jamie Callan)

imagem: standby.blogportal.com.br

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Paris em outro ângulo!

CLIQUE NA FOTO E VEJA PARIS!

Guantanamera pra você também!




É tarde da noite! Inverno gostoso. A moça se prepara para dormir. De pantufa e camisola até os pés, ela senta na frente do espelho e penteia os longos cabelos. E escuta a noite, aquele barulho gostoso do grilo, o balançar das folhas das árvores e da água do lago. Um ou outro carro na rua. O cachorro late. É! O cachorro late e estraga a surpresa! Mal o rapaz começa “só quero que você...me aqueça neste inveeeerno”, auuuuu, o tchutchuco da família entoa Roberto Carlos e acorda a rua inteira.

Era para ser uma serenata! Ela adora Roberto. Ele a adora. Ele se arrumou todo. Colocou a calça boca de sino desbotada, a camisa aberta ignorava alguns botões, o medalhão de ouro e os cabelos despenteados faziam do visual um romântico pra ninguém botar defeito. Ah, e o violão. Ele e o violão. Um charme!

Ela escuta a música dele mesmo assim! Até o final. Desce as escadas, abre a porta, segura o cachorro (que escapa! E morde a barra da calça do moço), dá um beijo no rapaz, cheira a rosa champanhe que ele levou no paletó cor salmão e fecha as cortinas daquele inverno.

Um inverno gostoso, numa época em que inverno era inverno e Roberto era Roberto! O rapaz guarda o violão na sacola, coloca no banco detrás do fusca branco, acelera aquele motor rouco, acende o farol baixo e vai embora. E nunca mais volta!

Foi para a Cuba. O homem sincero cantava Guantanamera, guajira Guantanamera, nos campos de Cuba. Trabalhava com a terra. E ela lembrava dele. E ele lembrava dela. Mas ele nunca mais voltou!

Diz a lenda que ela o encontrou em Paris 40 anos depois. Ele continuava com os cabelos longos, mas agora grisalhos. Ela não tinha mais a franja, nem madeixas compridas. Trajava um vestido amarelo, tinha um lenço na cabeça, os óculos escuros escondiam os olhos expressivos. Esperava o marido na frente da universidade, um grande especialista em ciências políticas. Quando o bonitão de calça desbotada passou. Não disse nada. Sorriu! E foi embora mais uma vez. Não se sabe mais dele. Tinha pressa. Talvez continue cantando Guantanamera, guajira Guantanamera, em algum lugar. Talvez continue do mesmo jeito.

Só sei que as borboletas na barriga dela pareciam sofrer uma metamorfose ambulante! Voltou no tempo, viveu tudo de novo. O marido finalizou a palestra, foi até a esposa e emendou com um “Coquilles ou scargot, querida? Está na hora de almoçar”.

E o inverno mais uma vez fecha as cortinas! E a única coisa que ela queria, naquele momento, era que ele, o bonitão, a tomasse nos braços e a aquecesse de novo naquele inverno e depois que tudo mais fosse pro inferno. Só mais uma vez!

NOTA DA CAROL: Não se esqueça de ouvir as músicas para ler o texto. Fica muito mais legal! A música funciona como uma espécie de transporte que leva a pessoa a qualquer lugar. Pelo menos, para mim, isso funciona!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Ao leitor de “O santo que tirou férias”


Caro leitor "você sabe quem é você", o seu e-mail de ontem me emocionou. Chorei! Você escreveu que sou a mulher mais bonita do mundo. E mesmo sabendo que não sou, isso basta. Pois tudo que quero é ser a mulher mais bonita do mundo para alguém. E pronto. E que se cuide as beldades Luiza Brunet e Maitê Proença.

Conforta-me saber que você é chapa do meu Santo Antônio. Defendeu ele como ninguém. E me convenceu! Agora, mais que nunca, tenho a certeza de que o meu santo estava mesmo me poupando de uma decisão precipitada, por isso a demora. Imagina santo com fama de incompetente?! Não, isso seria demais.

Como você disse, ele estava com receio, teve medo de eu não ser bem tratada. Não pisaria na bola comigo.

Quanto ao processo seletivo de um bom rapaz para mim essa é nova. Mas achei engraçadinho. Imagine santo recebendo e-mails?! Moderníssimo. Pintei uma imagem de cada um deles com um ipad nas mãos, analisando currículo por currículo. Um barato! Penso que alguns seriam deletados de cara. E outros seriam armazenados em pastas com nomes do tipo “moços em potencial” ou “aguardando carta de apresentação” ou “pesquisa de antecedentes” ou até “agendados para o sábado, às 22h, no show tal, próximo ao bar”. Quanta organização!

Você mencionou que, de acordo com Hemingway, as únicas pessoas que não estragam um dia de primavera são aquelas melhores que a primavera. E que sou melhor que as quatro estações juntas. Obrigada, o objetivo foi atingido: sinto-me melhor que a primavera, verão outono e inverno, juntos.

Mas, e por falar nisso, alguém viu a modéstia por aí? Acho que ela foi ao banheiro. Já volta! Culpa sua “ô você sabe quem é você”.

NOTA DA CAROL: Os leitores assíduos sabem que sempre coloco uma trilha sonora para acompanhar a leitura. Por isso, o motivo do vídeo do youtube.

NOTA DA CAROL 2: Quer ler “O santo que tirou férias”? Clique aqui!





Amizade é amor incondicional





Concordo! A história acima é linda e comprova o significado da AMIZADE. James, um ex-viciado em drogas salvou Bob, um gatinho maltratado que vivia nas ruas de Londres. E vice-versa. Ser amigo é isso: é salvar o outro e aceitá-lo como ele é. É avisá-lo que ele vai se dar mal em tal situação, mas que se ele não seguir a sua orientação, você juntará os cacos do mesmo jeito. E, de repente, ele cai do camelo (não do cavalo), o tombo é alto, mas o amigo vai lá e junta cada pedacinho.

O amigo aceita você como você é. Não critica! Aponta o melhor caminho sem feri-lo! Ele não chega e diz: “olha, não quero te ver sofrer, mas (...)”, daí emenda uma desculpa na outra e diz estar sendo sincero. Não, isso não é sinceridade, isso é “break it to me gently” (machucar devagarzinho, como cantava Brenda Lee/veja vídeo abaixo).

E tem gente que é assim: gosta do sofrimento alheio, tem prazer de rebaixar o outro e finge supremacia. Uma supremacia fraca que irá desaparecer no primeiro momento que se achar em perigo.

E o Bob salvou James!Ou James salvou Bob? Não importa! A prova da amizade é viva. Um não vive mais sem o outro. Um amor que serve de exemplo. E é nesse ponto que eu queria chegar!

Queria dizer que existem vários Bobs por aí, espalhados pela cidade. Há o Bob gato, o Bob cachorro, o Bob Rodrigo, o Bob Fernando, a Bob Rafaela, a Bob Tatiana...o Bob porteiro, a Bob jornalista, o Bob engenheiro, como também vários James. Prontos para viver uma verdadeira história de amor: o da amizade incondicional. Que tal?

E pra você? O que é amizade?

NOTA DA CAROL 1: . A história do Bob e James virou livro: Um gato chamado Bob. E tem versão em português.

NOTA DA CAROL 2: Existem muitos filmes sobre amizade. Destaco aqui, alguns:

- Antes de partir;

- Sempre ao seu lado;

- Filme conta comigo;

- Sex and the city.

NOTA DA CAROL 3: Agora o contrário: um filme de amizade falsa mas que amo e me mata de rir é “A morte lhe cai bem”. Sensacional Meryl Streep e Goldie Hawn são “muy amigas”.



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Princesa como nós!


Pelo que li no jornal, Merida é a mais nova princesa dos filmes da Disney/Pixar (adoro as produções da Pixar). O nome da animação é Valente e está em cartaz nos cinemas desde sexta-feira (20/07). Agora só falta conferir e ver se essa princesa realmente se encaixa nos moldes reais e atuais. Dizem que ela é teimosa, decidida, têm problemas com a mãe e não se preocupa se existe um príncipe encantado. Supimpa! Ela é princesa como a gente.

Merida usa os cabelos ao vento, detesta espartilho e pouco ouve os conselhos da mãe. Ela está à frente do seu tempo, ainda mais para quem mora na Escócia medieval. Para escolher o príncipe, ela vai à luta. Digo, à luta literalmente. Craque em arco e flecha, ela entra na competição e humilha cada um dos pretendentes. Acho que essa princesa é o cão chupando manga! Talvez não precise de tanto, mas como escrevi, precisamos conferir!

NOTA DA CAROL 1: Monstros S.A é outro filme da Pixar que amo de paixão. É super bacana e tem aquela lição de moral ao final. Adoro!

NOTA DA CAROL 2: As princesas devem ir à luta sim, mas sem exageros. Então para dar leveza ao filme, coloquei nesse texto, a música Love Story, de Taylor Swift. Aos novos leitores, aviso que sempre coloco uma música para acompanhar a leitura. Assim fica muito mais legal!


imagem: cineelivros.wordpress.com

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Que tal pedalar?

Ju e eu

Já pensou em pedalar à noite num cartão postal? Se você ama Brasília (e mora aqui) e não é lá muito chegada em sol queimando a cabeça, vai se divertir com o Pedal Noturno DF pela capital. No percurso de ontem, pedalamos 26 km. Todos os dias, exceto sábado e domingo, os trajetos e a quilometragem são diferentes.

As saídas acontecem às 20h30, entre o estacionamento e o restaurante Gibão, no Parque da Cidade, mas deve se chegar meia hora antes para possíveis orientações. Recomendo!

Se quiser saber mais sobre o Pedal Noturno DF basta acessar:
http://www.pedalnoturnodf.com.br/textos/pedaisnoturnos.htm


NOTA DA CAROL: O pedal de hoje percorrerá 70 km. Quem tiver disposição...corre pra lá, ou melhor, pedala! Na minha opinião, o governo tinha que estimular esse tipo de transporte e construir ciclovias em toda a cidade. E as instituições, os locais de trabalho podiam disponibilizar locais para "estacionar" as bikes e um bom chuveiro e vestiário.

Eu e Kênia

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Trilha sonora para "chamar" chuva!


Caro São Pedro, um fenômeno muito incomum da natureza aconteceu ontem em Brasília: CHUVAAA no mês de julho! Algo me diz que o Senhor deu uma mãozinha. Poderia fazer isso de novo, por favor? Para dar um empurrãozinho fiz uma enquete e tirei da memória várias músicas que mencionam o nome chuva, inclusive em inglês e montei uma trilha sonora para ninguém botar defeito. Eis, agora, o cd “Faz chover!”.

O cd “Faz chover!” tem as seguintes faixas (não precisa ser necessariamente na ordem dos vídeos ou na ordem abaixo). E o melhor de tudo: tem para todo o gosto.

- Banho de Chuva – Vanessa da Mata;
- Primavera – Tim Maia;
- Rhytm of the rain (várias interpretações);
- Ritmo de chuva (várias interpretações);
- Lágrimas e Chuva – Kid Abelha;
- Na rua, na chuva, na fazenda – Kid Abelha;
- Chove Chuva – Jorge Ben Jor;
- It´s raining again – Supertramp;
- It´s raining men (várias interpretações);
- Chuva – João Bosco & Vinícius;
- Rain – Madonna;
- Crying in the rain (A-HÁ ou Everly Brothers, a minha preferida);
- Chuva de Prata – Gal Costa;
- Set fire to the rain – Adele;
- Quando a chuva passar – Ivete Sangalo;
- See the sky about to the rain – Neil Young;
- Raindrops falling on my head – (Burt Bacharach ou outras interpretações);
- November rain – Gun´s in roses;
- Me chama – Lobão.










































terça-feira, 17 de julho de 2012

Procurando cabelo em ovo


O que significa procurar cabelo em ovo para você? Para mim é procurar o problema onde não existe. É simplesmente reclamar de tudo. É ganhar um sapato e reclamar da cor. Pudera! Um mico.

E pelo jeito vou pagar esse mico até o início de agosto. Momento de histeria geral! Podem tentar me convencer o contrário, mas o fato é que acredito em trânsito astrológico e quando os planetas mudam de posição algo novo acontece. 

Como não sou a única do planeta a nascer com um mapa astral, um alerta para as pessoas que nasceram em janeiro de 1979, sob o signo de capricórnio, ascendente em leão e vênus em escorpião...os ventos trazem dias abastados.

Que tal não complicar?

Mas se o destino insistir em nos separar, como cantam Chico Buarque e Nara Leão, danem-se os astros, os signos, os búzios e todos os orixás, serás os meu amor e a minha paz!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Um certo distanciamento é legal



Peloamordedeus, todos sabem que sou à favor do amor, mas casais grudentos é cafona demais. Par de vaso só no Carnaval. Aí sim. Aí é uma delícia. Os dois com fantasias iguais é a maior curtição. Adorava fazer isso! Mas o papo de hoje é que é bacana cultivar um certo distanciamento.

Pessoal, mulher é mulher e homem é homem e pronto e acabou. Essa história da garota começar a usar o boné do cara, colocar calças largas e depois ir ao shopping com as crianças acaba com qualquer poder de atração. Ficam iguais. Daí é melhor namorar, casar consigo mesmo.

A verdade é que são as diferenças que tornam as coisas interessantes. Então quando o homem chega e diz: "Olha, somos muitos diferentes e blá blá". Isso é desculpa esfarrapada. E as mulheres, mesmos as não inteligentes, sabem disso.

NOTA DA CAROL: Aviso aos novos leitores: costumo colocar um vídeo, uma trilha sonora para que a leitura fique mais temática e agradável. Aos que me acompanham sabem que, para mim, a música é fundamental! Por isso, o motivo dos textos estarem, na maioria das vezes, atrelados à uma canção.

Descobrindo os segredos de Paris




Quem conhece Paris sabe que a graça é gastar sola de sapato pela  cidade. Descobrir Paris é maravilhoso. E Paris tem disso: se esconde. É preciso ter sensibilidade e disposição para encontrar passagens secretas. Uma turista detetive atrás de provas do passado, um pirata atrás do tesouro escondido, uma "garota" perdida a buscar histórias. Bonjour Paris!!!

Tem gente que diz que conhece Paris. Já foi à Torre Eiffel, passeou de barco no Sena e visitou o Louvre. Não, essa pessoa não conhece a cidade luz. Paris é mais! Paris é sentar numa praça (a minha preferida é a Place de Vosges, no Marais) e ouvir o som que vem de algum lugar, qualquer lugar do passado, menos o presente. É sair como um andarilho e entrar numa rua desconhecida que dará em uma galeria charmosa e que o conduzirá a uma outra ruazinha simpática. Ah Paris...

Paris tem que ser sentida, tem que ser respirada e não resumida a um souvenir! Para esse tipo de "viagem" não precisa do mapa. E sim de intuição. E,claro, tem que gostar de se perder. E a graça é essa.

Veja abaixo algumas passagens secretas de Paris (a maioria remonta ao século 19). Para quem quer ser fantasma de antiquários quando morrer, como eu, vai gostar muito desses portais mágicos. A maioria das passarelas cobertas está localizada na margem direita do rio Sena, nas proximidades dos Grands Boulevards. Mas, só um alerta, Paris é muuuuito mais! Sempre vai ter um lugar escondido pronto para ser visitado.

Passage du Caire que remonta a 1798
Passage Choiseul construída em 1829
Galerie Colbert, Passage du Grand-Cerf, que remonta a 1825
Passage Verdeau

PASSAGE VERDEAU



Situada na rue de la Grande Bateliere, 6, ou, na rue de Fabourg Montmartre 31. É uma das passagens cobertas mais secretas e desconhecidas de Paris, e uma das mais bonitas. Lá se encontram muitas lojas de antiguidades, todas com arquitetura típica do século 19. É caracterizada por lindas lâmpadas, letreiros atarentes e claro, como não podia faltar, um belo relógio bem lá no alto.

ROTAS DE $$$

Galerie Colbert

Sofisticadas lojas de moda de Paris em galerias estão situadas no Boulevard de la Madeleine, rue des Capucins, Place du Marché St Honoré, rue St Augustin, e até mesmo ao redor dos jardins do Palais Royal.

AGITO

Quer mergulhar na atmosfera alegre e de entretenimento desfrutado nos séculos 18 e 19 de Paris, desça para as passarelas cobertas no boulevard Montmartre, rue Vivienne e até mesmo rue Faubourg Montmartre. Há inúmeros cafés e restaurantes típicos de Paris para você explorar, assim como teatros e locais de lazer. Mas, cuidado redobrado, Montmartre é quase um subúrbio.

HISTÓRIA


Para aqueles que se interessam em descobrir a história de Paris em relação a arquitetura, uma sugestão é visitar as passarelas cobertas no boulevard de Sébastopol, rue du Caire, rue Réaumur, Tiquetonne, e rue Rambutteau antes de passar para Les Halles e os jardins em volta do Palais Royal. Um aviso: sempre me perco no metrô de Les Halles, é mega grande (rá rá rá).

NOTA DA CAROL: Costumo colocar um vídeo, uma trilha sonora para que a leitura fique mais temática e agradável. Aos que me acompanham sabem que, para mim, a música é fundamental! Por isso, o motivo dos textos estarem, na maioria das vezes, atrelados à uma canção. Merci!

imagem: blog.localnomad

domingo, 15 de julho de 2012

Amor da minha vida, você me machucou!






Amor da minha vida, você me machucou! Malvado, fez meu coração em pedaços. E como você não está mais aqui, o jeito é escrever.

Descobri que "Love of my life", do Freedie Mercury, agora é o meu sobrenome. Prazer, o meu nome é Carolina love of my life e o seu? Seria engraçado, né?! Uma vez, numa festa, um rapaz perguntou o meu nome e eu respondi: Penny Lane, muito prazer e o seu? E outra vez disse que eu era Lucy in the sky with diamonds. Beatles total!

Acho que o sobrenome da gente podia mudar de vez em quando. E podiam vir escrito de forma colorida. Modificaríamos conforme o humor. Seria legal. Assim poderíamos nos preparar para todos os tipos de reações. Seria o fulaninho bad bad bad boy ou a ciclaninha you're so vain ou ainda a mariazinha wake up little susie. Daria gargalhadas! E se desse tempo, podíamos pintar plaquinhas com pinceis de aquarela com cada sobrenome. Delícia de vida! Vida it's my party, como cantava Lesley Gore. Ou...vida a beautiful morning. Rárárá!

Love of my life, you hurt me...lá lá lá!

NOTA DA CAROL: Ontem, uma versão fiel do Freddie Mercury estava aqui em Brasília. A banda argentina "God Save the Queen" deu um show pra ninguém botar defeito. Não preciso dizer que quase morri do coração, né?! O show foi incrível e a turma animada. Dançamos até doer! E descobri que a música que nunca gostei "Love of my life" agora faz parte da minha trilha sonora. O coração de Freddie devia estar aos pedaço quando compôs a canção.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Vem rápido vai rápido


O cara nem é o seu tipo, mas aparece cheio de boas intenções. Já deixa claro o quanto você é especial no primeiro encontro. E, na semana seguinte, escreve um poema e lhe envia flores. E na outra diz que está apaixonado. E você fica maravilhada pois sempre sonhou com um princípe que tivesse toda essa paixão. Está nas nuvens! Que momento confortável. Mas aí uma voz que vem lá de dentro avisa: tenha cuidado. E outra voz diz "vá em frente". E agora, José, o que fazer?

Em primeiro lugar é necessário saber que um homem que se apaixona rápido, se desapaixona com a mesma facilidade. Raro os casos em que isso não acontece.

Então, diretamente da minha biblioteca particular:

- Um homem que é excessivamente romântico no início de um relacionamento às vezes está passando férias no reino da fantasia. Quando voltar à Terra, pode aterrisar em cima do seu coração;

- Você não tem nada a perder ao desacelerar sua relação com um homem. Se esse relacionamento estiver destinado a ser o relacionamento do século, você terá cem anos usufruí-lo;

- Desacelerar um relacionamento não significa rejeitar um homem; significa falar sobre seus temores, ir devagar e discutir tudo para que vocês saibam com clareza o que querem;

- Não é inteligente começar a planejar a lua-de-mel antes de ser certificar de que a frase "Eu amo você" significa para ele o mesmo que para você.

Delícia francesa,mitológica, histórica...enfim, é de comer!


Hoje quero falar sobre gastronomia. Aliás, de vez em quando, vou postar aqui algo sobre essas delícias da vida. Bom, o fato é que, na última sexta-feira, comi uma Coquille St Jacques tão boa quanto as de Paris. E isso foi aqui em Brasília, hein?! Essa iguaria, também conhecida como vieiras, é servida na própria concha (shell). É, na verdade, um molusco envolvido. Existem várias lendas sobre a origem de tal maravilha (veja abaixo).


As vieiras mais saborosas geralmente são as de tamanho médio, com gosto adocicado e textura delicada. Não suportam cozimento longo. Há várias formas de se fazer uma coqui: a que comi estava gratinada com queijo (acho que o gruyère) e foi servida com duas torradas, um jeito bem francês. Uma boa ideia, não?


Sobre a Coquille

A vieira é muito consumida na França, Itália, Rússia, Canadá, EUA, China e Japão. E as lendas que a envolvem são muitas. Afrodite, deusa grega da beleza e do amor – Vênus, para os romanos – teria nascido dentro de uma concha de vieira. Esta imagem foi retratada por Botticelli no quadro “O Nascimento de Vênus”. Por acompanhar a deusa do amor, acredita-se que a concha tenha poderes de fertilidade.

Outra história diz que esta concha é o símbolo do apóstolo Tiago e muito popular entre os peregrinos do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, que a utilizavam em símbolos fixados nas roupas e chapéus como forma de garantir comida nas igrejas e castelos do percurso. Eram atribuídos à concha poderes milagrosos – um amuleto contra maldições.

Voltando para a gastronomia, as vieiras mais saborosas geralmente são as de tamanho médio, com gosto adocicado e textura delicada. Como diria um grande chef: “Quando você pensar que elas estão prontas, já passaram do ponto”. Além da clássica receita das coquilles Saint-Jacques, as vieiras aparecem recheadas com raiz forte, com manjericão, mergulhadas no leite de coco, molhos com curry e capim-limão, acompanhadas de pimentas, amêndoas... eu gosto da mais simples das opções: gratinada com um molho cremoso e queijo. Pronto.



NOTA DA CAROL: A coquille que comi foi na Chucrute, localizada na Quituart, entre a QI 9 e 10 do Lago Norte, em Brasília (DF).


Fontes: gazeta do povo e Wikipédia.Imagens: Wikipédia e guennbretagne.centerblog.net

quinta-feira, 12 de julho de 2012

"Prenda" o seu amor no cadeado e depois...


Reza a lenda que o casal que prender o cadeado na ponte italiana Mílvia, em Roma e jogar a chave nas águas do rio ficará junto para sempre! Adoro isso. Acho mega romântico. Tal ritual é recente e a prática tem se espalhado: chegou em Paris. E na ponte das artes, à caminho do Louvre, pode se "amarrar" o seu amor eterno e jogar a chave no rio Sena. Pronto, nem macumba vai acabar com a felicidade do casal. Pudera né?! Tá trancado e no fundo de águas francesas. Chique demais!

Mas agora a situação é preocupante: não há mais espaço para tantos cadeados. Nem em Roma nem em Paris. Então, isso quer dizer que o amor está no ar, ou melhor, na ponte! Uma beleza. Sou à favor total do amor. Para resolver "tal problema", a prefeitura italiana, em 2007, após a quebra do poste, causada pelo peso excessivo da quantidade enorme de cadeados, instalou pilares próximos a cada um dos postes de iluminação, sobre os quais estão correntes onde se penduram os cadeados, preservando assim a integridade dos postes. Em dezembro do ano passado, as autoridades romanas decretaram que todos os cadeados acumulados fossem retirados. Em Paris que eu saiba ainda está tudo sob controle, mas sem nenhum buraquinho para se colocar um cadeadinho.

A ORIGEM

Nao se sabe a origem dessa tradição. Mas há a hipótese de que Frederico Moccia, o autor do romance "Ho voglia di te" (quero-te) teria sido o ponto de partida. De acordo com a obra, um jovem casal escreve os respectivos nomes num cadeado que depois ata em volta de um dos candeeiros da Ponte Milvio. Depois se beijam e lançam a chave às águas do Tibre, tal e qual se faz hoje em dia na vida real.


imagens: http://ideiasnamala.wordpress.com
http://www.conexaoparis.com.br/
http://blog.localnomad.com/pt/2012/06/25/ponte-milvia-a-ponte-do-amor-em-roma/