segunda-feira, 9 de julho de 2012

Flores, flores, flores: amamos flores!


Não é a primeira vez que escrevo sobre flores aqui! Mas o fato é que, nós mulheres, adoramos flores. Perto da minha casa existe uma floricultura que entrega semanalmente em casa o tipo que escolher. A conta é mensal, mas as flores são enviadas semanalmente. Uma beleza! Assim a casa sempre estará linda e cheirosa. Minha tia sempre mantém um montão de orquídeas lindíssimas. A minha amiga Rê compra, todos os anos nos dias das mães, flores lindíssimas que lembram a mãe dela (já falecida).

Mas o papo aqui é que a maioria dos homens acham que enviar flores às mulheres é jogar dinheiro fora ou perda de tempo e orgulho. Acham que elas vão maltratá-los ou desvalorizá-los. Acho que estão mandando flor para as pessoas erradas. Li no facebook, pouco tempo atrás, sobre isso. Mande flores e diga que a ama que você será maltratado, pisoteado, dentre outras coisas a mais. Ah, não me contive e escrevi um "Não curtir". É, facebook tem disso: gostou, curtiu. Basta clicar na mãozinha. Não bastasse isso, comentei também. E escrevi aos meus amigos (que tanto adoro!) que eles estavam redondamente enganados.

Os homens pensam que é um mistério porque gostamos tanto de flores. Gostamos e pronto. Acho que não há explicação. Não é um tremendo desperdício de dinheiro, juro! E é verdade que as flores curam sim, digamos que parcialmente. Se o cara deu um fora, não foi legal conosco, um arranjo de girassois pode ajudar na reaproximação. E como! Agora se ele foi um verdadeiro canalha, nem os girassois da Rússia darão um jeito. Mas, enfim, o que importa é a intenção.

E já que estou escrevendo sobre flores. Clique abaixo numa notícia interessante:

Com técnica de preservação de flores, é possível guardar o buquê por até 15 anos


imagem: mundodeflores.com

domingo, 8 de julho de 2012

E eu gostava tanto de você


Aúúúú. Aaaa aúúú. Solta o som DJ. Amaaaar assim, jamais dizer adeeeus. Lá lá lá. Coração quebrado e orgulho inteiro...
lá lá lá.

É assim que a maioria fica. O cara vai embora. A garota fica. O coração dele em pedaços. O dela também. Mas o orgulho, ah o orgulho dele é imponente. Pra ninguém botar defeito. Um blefe. Certo de que nunca mais a procurará. Por trás dos bastidores, ele guarda as fotos dela numa caixa e coloca no alto do armário junto com das outras. Mas num belo dia, uma folha de papel impressa com a foto de vocês no penúltimo natal aparece assim como mágica dobrada no meio de um livro. Saudades batem. Ele liga para a garota, ouve um alô e sem dar tempo desliga. Numa pressa irrecorrível. Não dá tempo. Pois o orgulho...ah o orgulho tem que ficar inteiro, igual na música. E o coração dela aos pedaços.

Depois ele embala o aparelho de fondue; tira os imãs de geladeira e o calendário com o desenho de vocês dois em Paris. Joga fora a escova de dente que era sua. Guarda a caixa de baralho por um tempo e o porta controle remotos feitos especialmente pela garota. Tudo a faz lembrar. E ele quer esquecê-la. Então ele viaja, viaja, viaja, quanto mais longe dela melhor. Pois ele quer esquecer a garota. E esquece os incensos e ela nunca esquecia. Lembra-se dela mais uma vez. Como ele iria espantar os maus fluídos do quarto de um novo hotel? Pensou ele: isso vai passar.

Passam-se dias, meses, e numa linda tarde, no barco, com os amigos na maior diversão, toca a primeira música tema do amor de vocês: ainda me lembro daquele beijo spank punk violento lá lá lá. Daí você deseja que, naquele momento, o Lobão nunca tivesse existido. Pô, Lobão, agora? Mas logo se arrepende de tal pensamento e se convence que foi legal e que todo casal que se preze tem que ter trilha sonora. E que, no seu caso, para a felicidade ou infelicidade, o romance tinha rendido pelo menos um box edição especial com direito a fotos do tamanho de um selo. Sim como se fosse um selo. Imagens com os momentos mais legais (em todos os cantos que imagina). E que podiam ser sorteados quando se quisesse relembrar.

E você escuta a música até o fim, pois é preciso ter peito, peito de remador, como dizia o poetinha, e coragem. Outras canções virão como também outros carnavais. E o seu coração quebrado. E o orgulho dele inteiro. Intacto. Todas as mulheres do mundo o querem e ele faz questão de mostrar isso. Todos os homens do mundo a querem, mas para ela, tanto faz! Era a primeira vez que ela queria que...que...que ele nunca tivesse ido embora, como Tim Maia cantava. Sou feliz agoooraaa, não não vá embooora não, vou morrer de saudades.

Agora, ela pensa em se mudar, “lugar qualquer que não exista o pensamento em você” e fugir desta sombra e dos sonhos do passado. Eterno Tim Maia. Sabe por que? Porque ela gostava tanto de você. “E eu gostava tanto de você, gostava tanto de você”.

NOTA DA CAROL: Podem me chamar de brega, mas amooo a música Mordida de Amor. Lembra a época da infância, anos 80 total. Uma beleza! E aproveito este espaço para fazer uma homenagem ao Tim Maia (e outras personalidades) e ao Rio de Janeiro. Vejam o vídeo.



imagem: monedias.blogspot.com

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Só queria uma meia-calça. Tive raiva do Eri.

Há certos dias que fazemos escolhas erradas. Pegamos um caminho alternativo para ir ao trabalho achando ser a melhor saída e pelo jeito não é. Ou ao invés de ir a pé para a academia, como de praxe, lançamos mão do carro. Ou ainda, depois da ginástica, mesmo cansadas, saímos freneticamente rumo ao shopping em busca de uma meia-calça arrastão. Ossos do ofício. Quando se trabalha fora é preciso manter a elegância. As mulheres são mesmo incríveis.

Até aí tudo bem. Lá fui eu atrás da maldita meia. Era para ser rápido e até um pouco prazeroso, pois shopping à noite e durante a semana costuma ser tranqüilo. Era...mas não foi. O estacionamento na garagem estava fácil, nada diferente. Mas ao subir as escadas, senti o movimento. Ouvi o som das gargalhadas. Minha nossa, quanta gente, quanta alegria. Quis tentar ver alguma coisa, não consegui. Perguntei a um moço o que estava acontecendo. E descobri que Eri estava ali. Gente, o Eri Johnson estava ali. Momento de histeria total. Éramos eu (frenética atrás de uma meia), o Eri Johnson e toda a torcida do Vasco, Flamengo e Corinthias. Era a comemoração da Libertadores? Só podia ser. E nada de meia-calça. Tive raiva do Eri. Ai que raiva do Eri.

Rodei, rodei, rodei e nada. As meias-calças aqui em Brasília estão iguais aos bafômetros lá na França: em falta, entraram em extinção, sei lá o que aconteceu. Tive raiva do Eri de novo. Ai que raiva do Eri. Tudo bem disse para mim, vamos voltar para casa e tentar dormir mais cedo até porque “você está cansada demais para disputar qualquer coisa na altura deste campeonato”. Mas, ah que legal, o Eri acabava de se despedir. Corre Carol, antes que todos resolvam ir embora também. Tarde demais. A fila da garagem dobrava. Achei que o papai Noel tinha chegado mais cedo. Meia volta. O jeito é ir lanchar. Para quem tinha prometido não comer mais doce (porque tinha acabado de ver celulites horrorosas no espelho da sala de ginástica), Mc Donald´s era a pedida. Tudo para compensar o aborrecimento. Aí tudo vale, com direito a casquinha!

Se tinha fila na garagem é claro que ia ter fila na lanchonete, né?! Raciocina. Era um caminho sem volta. Estava predestinada à sensação de impotência e de ficar no shopping para sempre. E sem a meia-calça. E pagando mico de roupa de ginástica. Tive raiva do Eri. Ai que raiva do Eri. Maldita noite! Lanchei em outro lugar, o que não tinha fila. Mas nem de longe tinha a graça do Mc Donald´s. Pronto, vou embora!

Não, não deu para ir embora. A fila da garagem continuava. Beleza então, furiosa e com raiva do Eri, fui à lojas Americanas passar o tempo e claro, comprar doce. Era o jeito! Preciso dizer que peguei mais fila? Mas comer aquelas bobajadas, naquele momento, era questão de dependência ou morte. E lá fui eu para a fila da garagem. De novo. Não tive saída. O shopping ia fechar. Tive raiva do Eri. Ai que raiva do Eri. Adoro o Eri...na TV! E eu só queria uma meia-calça...entende?


Nota da Carol: O “entende” foi pego emprestado do Pelé.

Imagem: http://pontoecontraponto.com.br/?p=6256

A Farroupilha dos santos


Socorro! Deu a louca no meu altar. Acho que São José se envolveu nos assuntos do Santo Antônio e vice-versa. E nesse meio tempo, o São Francisco pegou a estrada e veio lá do Goiás para intervir nessa revolução, pois a briga, pelo jeito, é territorial. Pouco adiantou!

Todos sabem (pelo menos os que acompanham este blog e os meu amigos) que adoro imagem de santos. Confio, rezo, coloco flores, pedras coloridas, nome das pessoas que quero que eles ajudem e por aí vai. Pois bem. Os últimos dias foram movimentados: três novos integrantes chegaram com muita disposição e guaraná em pó. Prontos para trabalhar. Funcionou!

Mas, na real, acho que, agora, eles estão atrapalhados. Ou eu me atrapalhei. Vou já comprar uma Santa Rita de Cássia. Nessas horas, só a mulher mesmo para colocar ordem. Não tem jeito!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Tá faltando bafômetro no mercado francês


Epa, epa, epa, cada coisa em seu lugar. E ado ado ado, cada um no seu quadrado. Na França, agora, cada motorista terá um bafômetro particular. É obrigatório. Igual na época em que tivemos que comprar um kit primeiros socorros e deixar no porta luvas do carro. Piada! Os ladrões passaram a usar esse kit para render as vítimas. Era esparadrapo na boca, tesoura como ameça, dentre outras ações que nem precisaram sequer de um pouco de criatividade. Pois é. A exigência do bafômetro está em vigor desde domingo e quem desobedecer pagará o equivalente a R$ 27 e também perderá pontos na carteira de motorista. Ah, e a partir de novembro, a legislação passará a valer também para estrangeiros que dirijam naquele país.

A iniciativa foi lançada no governo do Nicolas Sarkozy como forma de diminuir as mortes causadas por embriaguez ao volante. Pois as estatísticas francesas comprovam que o álcool provoca 30% dos acidentes de trânsito. Os legisladores acreditam que a medida é uma forma de examinar a própria consciência. Assim, o motorista avaliará o nível "bebum"  e ele mesmo decidirá se pegará a direção ou não. Isso é que eu chamo de confiança no ser humano! Nada de blitz, cones, luz e ação!

Acredita que os bafômetros esgotaram no mercado? Portanto, as multas serão perdoadas nos próximos quatro meses.

Por falar em meios de transporte, clique AQUI e leia um post legal sobre os meios de transporte mais originais de Paris.

fonte: Li hoje na Folha de S.Paulo
foto: http://blog.localnomad.com/

Chique é ser feliz

Acho que sou chique! (aos risos, me sentindo a mais chique do mundo)

Ser chique (por Glória Kalil)

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão a venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closets recheados de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro importado.
O que faz uma  pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras. Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas,nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na
comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É  "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Mas  para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem. Lembre-se que o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz.

imagem: http://www.mulheresde30.com/ser-chique/

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Conselho


Ao ler uma reportagem, no Zero Hora, sobre qualidade de vida e longevidade, o que me chamou a atenção foi o personagem: Genuíno Ferreira, um senhor super simpático, de 90 anos. E candidato forte para viver mais de 100 anos. Sabe qual o segredo, segundo ele? Vale a pena guardar!!!

VIVER SEM ENVELHECER
COMER SEM ENGORDAR
BEBER SEM EMBRIAGAR
AMAR SEM COMPLICAR

Anotado?

imagem: diario-nao-oficial.blogspot.com