"She's like the wind". E foi assim como me senti ao sair da academia, pegar a bike e ligar o ipod. É engraçado isso! Adoro fazer relações do tipo "ah vou colocar as músicas para misturar e ver em qual vai cair". E isso terá um significado, pelo menos para mim. Viajei total! E não voltei para casa. Fui além. Só para poder escutar mais canções e prestar atenção no que o universo queria dizer para mim, ali naquele exato instante. E assim me senti, como o vento, fora do alcance de qualquer um. Livre como o evento. Enquanto um filme passava bem diante de mim e eu me sentia numa propaganda de margarina, arrisquei uma parte da música que para mim é o ápice (os ouvidos próximos, coitados, que se cuidem):
"Just fool to believe, just foooooolllll to believe, she's like the wiiiiind"...lá lá lá lá
Aos que me conhecem, sabem que preciso apenas de um motivo para criar. Ah, eu adoro! Me dê um mote que vasculharei alma, corpo e coração. Assim tudo ficará perfeito. E a criatividade, um mero detalhe! Pois bem. Sábado é dia de festa junina na academia. Até ensaiamos uma quadrilha! Então, para entrar no clima, criei essa sainha aí com motivos de coração. Comprei o esqueleto nas lojas Americanas (dica da professora de kangoo), descosturei uma parte, encurtei outra, colei rendas, babados, laços, fiz corações e eis mais uma roupinha para o meu armários de festas e fantasias. A sainha cheia de bandeirinhas e laços bolei para a minha professora. Como gosto disso! Mas tem que ter disposição, criatividade e material. Muito material para se ter opção. E a partir de agora, me aguardem, resolvi passar a compartilhar tudo o que eu fizer. Rs.
O mundo vem acompanhado o desespero do brasileiro e os protestos, desde o início da semana, no País. O povo luta. O manifesto é legítimo. A necessidade em cessar as péssimas condições de vida do brasileiro é real. Tudo está mais caro. Não se vê mais as pessoas fazendo grandes compras em supermercados. Mas as sacolinhas diárias pesam no orçamento. E de sacolinha em sacolinha, o bolso grita. O básico virou luxo para muitas famílias. O direito de ir e vir, pelo menos por meio de transporte, também pesou. Não só pesou como foi o estopim destes protestos. Chega.
E chega mesmo! Uma coisa é cortar idas à restaurantes e ao salão de beleza. Uma pena! Mas é o que muitos brasileiros têm feito. Outra coisa é ter que cortar a banana, o tomate, o feijão. Pera lá. A cesta B-Á-S-I-C-A custa quanto mesmo? Sei não. A inflação não me deixa calcular. Não dá tempo. É veloz. Veloz como a fome de muitos que aqui nasceram.
Enquanto uns roubam para construir estádios de futebol faraônicos, outros trabalham. Pelo menos os que tem emprego. Porque emprego também virou artigo de luxo. Que país é este, meu Deus!!! Que país é este!!!
Imagem forte para mim. De arrepiar!
Manifestações brasileiras em Paris
Brasileiros que moram em Paris se encontrarão para protestar, no próximo sábado (dia 22), às 17 horas, na Place Saint-Michel. Acredite se quiser, a convocação foi feita pelo jornal francês Le Monde que abriu espaço para os que querem escrever e enviar relatos. O testemunho pode ser enviado por este link aqui (clique!). Basta fornecer o e-mail.
Todo o filme que se preza tem que ter uma boa trilha sonora. Pelo menos para mim. Adoro ficar adivinhando e fazendo relações entre as músicas e as obras da sétima arte. Em "O Grande Gatsby" esse detalhe não deixou a desejar. Pelo contrário. Canções casadíssimas com o roteiro. Misturas excitantes do charleston (amooo!) com uma batida eletrônica. Excelente!
Aliás, o diretor australiano Baz Luhrmann manda bem demais! Moulin Rouge e Romeu e Julieta são filmes fantásticos também e com uma trilha para ninguém botar defeito.
O escritor do filme, o falecido F.Scott Fitzgerald, foi muito feliz em "O Grande Gatsby", publicado em 1825. A "estória" que se passa em 1922 parece adivinhar que logo adiante mais sete anos, a bolsa de Nova Iorque sofreria o "crash". Por isso, todos se divertiam e bebiam bastante. Assim mesmo, sem limites. As festas eram rotina como trabalhar, comer e dormir.
Era um período de muito luxo e champanhe. Ao ver o figurino dos personagens, fiquei pensando que com os vestidos cheios de pedrarias que as mulheres usavam em plena luz do dia, eu poderia vestir para me casar ou ir à um baile no Copacabana Palace. Como as coisas mudam, né?! Hoje, com uma básica branca e uma calça jeans com um belo par de sapatilhas, estamos prontas para qualquer lugar.
Ah, e sabia que o filme está na quarta versão? Antes do Leonardo di Caprio, já foram Gatsby, Warner Baxter, em 1926; Alan Ladd, na versão de 1949 e Robert Redford, no filme de 1974. Mia Farrow foi Daisy Buchanan ao lado de Redford.
Os Gatsbys: Baxter, Ladd, Redford e di Caprio (da esq pra dir)
O LIVRO
É um romance de F.Scott Fitzgerald, publicado em 1925. A trama se passa em New York e em Long Island (típico lugar de final de semana com altas mansões).
The Great Gatsby não se popularizou logo na primeira edição: vendeu menos de 25 mil cópias. Foi adaptado para a Broadway e para um filme de Hollywood.
OBS: Ainda não descobri quem canta a primeira música que toca no trailler oficial. É uma regravação de uma canção da Amy Winehouse.Veja abaixo!
Para quem não dispensa um chazinho, o Royal T-Stick Europe-Nederland é uma ótima pedida. Eu, particularmente, ainda não conheço, mas achei a ideia genial pois este chá, que é holandês,é vendido dentro de um bastão ao ínvés de sachês. É um charme e dispensa o uso da colher. E pelo que sei rende dois copos. Os sabores de frutas mistas, menta, preto indiano e vermelho deixam o gostinho na boca um bom tempo depois de apreciados. Adorei!
Este chá chegou ao Brasil por meio da importadora Gourmand Alimentos (www.gourmand.com.br).
Sem sombra de dúvidas, a proposta é inovadora, até porque o formato bastão facilita a passagem do chá pelos orifícios. Cada caixa de chá contém 15 sticks e custa cerca de R$ 20.
OBS: Um chá que para mim é fantástico é o de limão da marca tradicional inglesa Twinings. (Chá Twinings of London Limão Twist). Veja imagem abaixo.
Símbolo do mais autêntico chá inglês, a marca Twinings tem uma história de mais de 300 anos. Fundada em 1706, desde 1837 a Twinings é a fornecedora exclusiva de chá da realeza britânica. Insuperável na arte secular de combinar sofisticados ingredientes da Índia, China, Ceilão e Himalaia, Twinings oferece as mais diferentes variedades de chás, com sabores deliciosos e aromas inconfundíveis.
Acontecerá em Paris, entre 7 e 9 de junho, um fim de semana um tanto quanto nerd: o chamado Startup Weekend. Com apoio de empresas como a Google e Coca-Cola, o evento já rodou o mundo e chega agora em Paris, como forma de preservar a filosofia de dar direito a qualquer pessoa em ter uma chance de mostrar ideias e tentar, a partir daí, criar uma estratégia empresarial em 54 horas.
Segundo o Jornal des Grandes Écoles, Paris é a capital européia das startups, superando Londres, Berlim e Munique. Para quem não sabe, uma startup é uma empresa que parte de um plano de negócios pronto para um crescimento rápido em pouco espaço de tempo. Na última década, com o avanço do comércio na internet, vimos muitas startups serem bem sucedidas, como empresas de aplicativos para telefones (como o ótimo App Grátis, que, por sinal, é francês), sites de trocas de arquivos e sites de vendas coletivas. Tudo isso são exemplos de startups.
Atualmente, segundo a publicação francesa, existem 3 mil startups ativas em Paris e mais 300 projetos em fase de desenvolvimento. Além disso, a taxa de sobrevivência de uma empresa com 10 anos de atividade na Cidade Luz é de 80%. O evento Startup Weekend ainda tem vagas abertas para desenvolvedores e designers.