A música Ben cantada pelo Michael Jackson me emociona. Ontem, eu e o meu irmão matamos a charada: quem seria Ben, o Ben da música? Um amigo imaginário?! Ou um amigo em carne e osso?! Não, não. Ben era um ratinho. Um ratinho amigo de Michael, da criança Michael. Isso de acordo comigo e com o meu irmão.
A memória do meu irmão é mesmo incrível. Ele lembra que há mais ou menos 15, 17 anos, a televisão exibiu um seriado sobre a vida dos irmãos Jackson Five, onde tudo começou para o Michael Jackson. Sabe-se que este grande artista não viveu a fase criança e, portanto, cresceu com sérios problemas. Um adulto traumatizado foi, sem dúvida, uma criança mal amada. Isso deveria ser crime. E os pais teriam que cumprir pena na cadeia ou seja lá onde for...
Pois bem. No seriado, Michael alimentava um ratinho todas às noites. Ninguém sabia. Os dois eram unha e carne. Tornaram-se amigos: o rato e o Michael. Mas eis que um dia a amizade é interrompida pelo monstro de sete cabeças: o Jackson pai matou o animalzinho. E lá se foi embora o cúmplice da criança Michael.
Se prestar atenção na letra da música, verá que não estou escrevendo algo sem sentido. Em um momento ele diz: “Ben, you´re always running here and there”. E em outro ele canta: “Ben, most people would turn away. I don´t listen to a word they say”.
Ele diz que o Ben vive fugindo, uma hora está aqui outra ali. E que a maioria das pessoas mandaria ele embora, ou seja, o expulsaria de suas vidas. Mas como ele é amigo de Ben, não escuta o que os outros dizem e continua a amizade mesmo assim.
A vida desse artista foi sem sentido. Acabou, morreu, e foi sem sentido. Não adiantou o sucesso, não adiantou dinheiro, não adiantou sequer as mudanças físicas radicais. Por trás de tudo isso, se escondia um garoto, uma criança que não queria acabar de crescer, simplesmente pelo fato dessa etapa nunca ter feito parte de sua vida.
Criança tem que ser criança. Criança não tem que ser obrigada a trabalhar. A obrigação é dos pais: obrigação em dar carinho, assistência e teto. Se não for assim, para que perpetuar a espécie?! Pais assim são ladrões de vida...para quê?
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Criança tem que ser criança
terça-feira, 7 de julho de 2009
Adotar é tudo de bom

“Adotar é tudo de bom” é uma campanha da Pedigree para que cães de rua encontrem um lar. A propaganda me emociona. E ao mesmo tempo me incomoda. Quando vejo na TV, tento não olhar a carinha daqueles animais. Eles são os nossos melhores amigos. Não vêem diferenças, não se importam se somos ricos ou pobres, se podemos ou não dar-lhes comida. Eles querem apenas carinho. E todos merecem esse sentimento.
No Brasil, 70% dos cães de ruas acabam em abrigos. E 90% nunca encontram um lar. Ajudem-me a abraçar essa causa! Adotem um cão ou simplesmente ajude da forma que puder. Ao comprar produtos da Pedigree, você já está ajudando. Adquirir uma blusa da campanha também é outra forma. Ou simplesmente, divulguem por e-mail!
Conheça os cães à espera de um lar feliz no site da campanha:
http://www.adotaretudodebom.com.br/
No Brasil, 70% dos cães de ruas acabam em abrigos. E 90% nunca encontram um lar. Ajudem-me a abraçar essa causa! Adotem um cão ou simplesmente ajude da forma que puder. Ao comprar produtos da Pedigree, você já está ajudando. Adquirir uma blusa da campanha também é outra forma. Ou simplesmente, divulguem por e-mail!
Conheça os cães à espera de um lar feliz no site da campanha:
http://www.adotaretudodebom.com.br/
Mais informações sobre o ADOTAR É TUDO DE BOM também estão no endereço eletrônico acima.
Acesse também o site: www.queroumbicho.com.br
Imagem: http://miklas29.files.wordpress.com/2007/09/cao-vento.jpg
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Escolha o seu marido pelo DNA

Os genes mandam no nosso coração bem mais do que pensávamos. O amor é puramente genético! É tentador pensar que escolhemos nossos parceiros a partir da semelhança entre nós, mas a ciência prova o contrário: do ponto de vista biológico, ocorre justamente o oposto. Do ponto de vista de preservação da espécie, especialistas afirmam que seria interessante que indivíduos diferentes se encontrassem e formassem casais.
O Laboratório de Imunogenética da Universidade Federal do Paraná estudou o caso e apresentou os resultados num seminário da Sociedade Européia de Genética Humana, em Viena. A partir daí, provou-se que os casais reais (e não virtuais) apresentam mais diferenças genéticas entre si.
Em camundongos e ratos, documenta-se que as fêmeas preferem o parceiro geneticamente diferentes delas.
Isso são apenas estudos que mostram que os genes podem mandar no nosso coração, mesmo sem sabermos. É óbvio que não fazemos escolhas tomando como base os genes. Até porque não fazemos automaticamente um exame de DNA. E nem sabíamos de tal estudo.
O Laboratório de Imunogenética da Universidade Federal do Paraná estudou o caso e apresentou os resultados num seminário da Sociedade Européia de Genética Humana, em Viena. A partir daí, provou-se que os casais reais (e não virtuais) apresentam mais diferenças genéticas entre si.
Em camundongos e ratos, documenta-se que as fêmeas preferem o parceiro geneticamente diferentes delas.
Isso são apenas estudos que mostram que os genes podem mandar no nosso coração, mesmo sem sabermos. É óbvio que não fazemos escolhas tomando como base os genes. Até porque não fazemos automaticamente um exame de DNA. E nem sabíamos de tal estudo.
Mas que seria engraçado, ah seria! Já pensou? Imagine. Ao conhecer um novo alguém, um pretendente, é óbvio, você chega e pede um exame de DNA para ver se combina com o seu. Aliás, para ver se não combina com o seu!
Muito engraçado. Daí o cara pergunta de volta e você responde: dizem que é a melhor forma para se perpetuar a espécie, ô seu "nerd"!!! Nunca ouviu não?
Mistééééééério!!!
Nem tanto mistério, meu caro! É o DNA mesmo que escolhe os nossos filhos e aponta a nossa verdadeira origem. O DNA não mente. Pelo menos isso. Mas é preciso de uma mãozinha da ciência.
Nem tanto mistério, meu caro! É o DNA mesmo que escolhe os nossos filhos e aponta a nossa verdadeira origem. O DNA não mente. Pelo menos isso. Mas é preciso de uma mãozinha da ciência.
imagem: http://3.bp.blogspot.com/
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Regras da Vida
Precisamos aprender as novas regras se quisermos ser felizes e vivermos emocionalmente ilesos no século XXI.

imagem: http://anitacaty.blogs.sapo.pt
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Vamos todos trabalhar de pantufas

Em maio escrevi aqui no blog “Presidiários de Escritório”. Foi uma forma de desabafo, pois me sinto oprimida, sem qualidade de vida e prazer. E para completar, a sonolência não larga do meu pé. É duro, viu?! Pois bem. Lá estava eu, hoje, lendo a Revista Galileu, uma das minhas leituras prediletas e adivinhem qual é a matéria principal? É isso mesmo! O Futuro do Trabalho, a extinção de escritórios e por aí vai. Fiquei de cara. Sou profeta ou quem sabe adivinhadora.
Olha só o sutiã da reportagem (é muito parecido com o meu pensamento):
“Admita: você também não gosta de trabalhar. Passar o dia inteiro sob luzes fluorescentes, tomando café ruim, sentado em uma cadeira desconfortáveis usando um computador velho certamente não faz parte do sonho de infância de ninguém. Admita. E não se sinta culpado. Nossos ancestrais – que nem conheciam as torturas de um escritório – também não eram muito chegados a essa história de trabalho”.
Não digo que o texto é SENSACIONAL pois gosto de trabalhar. Mas concordo que escritório é mesmo uma tortura. Mais tortura ainda é a obrigação em cumprir a carga horária estipulada. Oras, cada um tem um relógio biológico, pô! Acredito que criaram o lance de horas trabalhadas para essas pessoas que não têm responsabilidade nem compromisso com o trabalho. Eu tenho, eu juro, só quero poder acordar mais tarde!
Mas voltando à notícia, vale a pena ler. Vou descrever mais alguns trechos abaixo:
“Para gregos e romanos, colocar a mão na massa era considerada tarefa das classes inferiores e escravos. Domenico de Mais, professor de Sociologia do Trabalho na Universidade La Sapienza de Roma e autor do livro “O Ócio Criativo”, que defende uma abordagem mais lúcida do trabalho, apontou um ponto de convergência em todas as religiões: em nenhuma delas se trabalha no Paraíso. ‘Tenha o Paraíso sido criado pelos Homens, se o trabalho fosse um valor positivo, no Paraíso se trabalharia’, afirma. Ou seja alguma coisa está errada, e não é de hoje”.
SENSACIONAL. Alguma coisa está errada com o autor. Trabalhar é positivo, desde que se trabalhe com prazer. Não concordo com ele.
A reportagem foi muito feliz ao fazer uma previsão do trabalho do futuro. A crise também tem ajudado em tais mudanças. Os próximos anos, segundo a revista, vão consolidar mudanças que vem acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos.
Os escritórios devem se extinguir em 2020. Mas por um outro lado, as novas tecnologias exigirão que estejamos sempre disponíveis. Só falta colocar um chip de acompanhamento em nós. As empresas não precisarão mais da nossa presença física oito horas por dia (ou mais), mas poderão nos contatar por videoconferência a qualquer instante.
O emprego vai acabar, teremos que nos adaptar, pois o que vai surgir será algo mais racional, moderno e se tudo der certo, prazeroso. Tomara! Vou adorar trabalhar de pantufas. Iupi!!!
Imagem: http://andresantana.files.wordpress.com/2007/06/trabalhando-praia.jpg
Olha só o sutiã da reportagem (é muito parecido com o meu pensamento):
“Admita: você também não gosta de trabalhar. Passar o dia inteiro sob luzes fluorescentes, tomando café ruim, sentado em uma cadeira desconfortáveis usando um computador velho certamente não faz parte do sonho de infância de ninguém. Admita. E não se sinta culpado. Nossos ancestrais – que nem conheciam as torturas de um escritório – também não eram muito chegados a essa história de trabalho”.
Não digo que o texto é SENSACIONAL pois gosto de trabalhar. Mas concordo que escritório é mesmo uma tortura. Mais tortura ainda é a obrigação em cumprir a carga horária estipulada. Oras, cada um tem um relógio biológico, pô! Acredito que criaram o lance de horas trabalhadas para essas pessoas que não têm responsabilidade nem compromisso com o trabalho. Eu tenho, eu juro, só quero poder acordar mais tarde!
Mas voltando à notícia, vale a pena ler. Vou descrever mais alguns trechos abaixo:
“Para gregos e romanos, colocar a mão na massa era considerada tarefa das classes inferiores e escravos. Domenico de Mais, professor de Sociologia do Trabalho na Universidade La Sapienza de Roma e autor do livro “O Ócio Criativo”, que defende uma abordagem mais lúcida do trabalho, apontou um ponto de convergência em todas as religiões: em nenhuma delas se trabalha no Paraíso. ‘Tenha o Paraíso sido criado pelos Homens, se o trabalho fosse um valor positivo, no Paraíso se trabalharia’, afirma. Ou seja alguma coisa está errada, e não é de hoje”.
SENSACIONAL. Alguma coisa está errada com o autor. Trabalhar é positivo, desde que se trabalhe com prazer. Não concordo com ele.
A reportagem foi muito feliz ao fazer uma previsão do trabalho do futuro. A crise também tem ajudado em tais mudanças. Os próximos anos, segundo a revista, vão consolidar mudanças que vem acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos.
Os escritórios devem se extinguir em 2020. Mas por um outro lado, as novas tecnologias exigirão que estejamos sempre disponíveis. Só falta colocar um chip de acompanhamento em nós. As empresas não precisarão mais da nossa presença física oito horas por dia (ou mais), mas poderão nos contatar por videoconferência a qualquer instante.
O emprego vai acabar, teremos que nos adaptar, pois o que vai surgir será algo mais racional, moderno e se tudo der certo, prazeroso. Tomara! Vou adorar trabalhar de pantufas. Iupi!!!
Imagem: http://andresantana.files.wordpress.com/2007/06/trabalhando-praia.jpg
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Bateria fraca?

As noites de sono não estão sendo suficientes para carregar as minhas baterias. Se tivesse a opção, compraria outra na feira do Paraguai. A minha gastou. Consumi muito a energia que ela proporcionou. E agora?
Estou em entressafra literária e pessoal. Cansei! Completei hoje a terceira péssima noite consecutiva mal dormida. A sonolência é a minha amiga em todas as horas já há um tempo. Antigamente sentia vontade de dormir apenas pela manhã ou na hora do almoço. Agora não. Quero dormir o tempo todo, mas como não posso, o trabalho (volumoso) é executado com um pouco mais de dificuldade.
O que me deixou feliz é que, pelo menos, hoje, não tive pesadelos. Não participei do seriado "Cold Case". Não era mais a Lilly Rush que estava sendo perseguida e quase assassinada como me senti na madrugada de domingo. Desta vez, sonhei de forma musical: "Happy Man".
"Just when I thought
Life was free and easy
You came along to me
Soft and breezy
Now I've fallen in love with you " (Happy Man)
Life was free and easy
You came along to me
Soft and breezy
Now I've fallen in love with you " (Happy Man)
imagem: http://www.ff.up.pt/toxicologia/monografias
Nietzsche sabia das coisas...

O que é bom?
- Tudo que aumente a sensação de poder, a vontade de poder, o próprio poder no homem.
- Tudo que aumente a sensação de poder, a vontade de poder, o próprio poder no homem.
O que é mau?
- Tudo que se origine da fraqueza.
- Tudo que se origine da fraqueza.
O que é felicidade?
- A sensação de que o poder cresce - de que uma resistência foi quebrada.
- A sensação de que o poder cresce - de que uma resistência foi quebrada.
(O ANTICRISTO, Friedrich Nietzsche)
imagem: http://3.bp.blogspot.com
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